Saiba mais sobre o chocolate vegano

Saiba mais sobre o chocolate vegano

Já imaginou como seria poder se deliciar com um doce sabendo que, além de saudável ele é sustentável? Pois você pode experimentar essa sensação saboreando o famoso chocolate vegano.

Primeiramente, vamos esclarecer o seguinte: o termo vegano vai além de uma alimentação plant based, é um estilo de vida. 

Segundo a The Vegan Society, a entidade vegana mais antiga do mundo, “o veganismo é uma forma de viver que busca excluir, na medida do possível e do praticável, todas as formas de exploração e crueldade contra animais, seja para a alimentação, para o vestuário ou para qualquer outra finalidade. Dos veganos junk food aos veganos crudívoros — e todos mais entre eles — há uma versão do veganismo para todos os gostos. No entanto, uma coisa que todos nós temos em comum é uma dieta baseada em vegetais, livre de todos os alimentos de origem animal, como: carne, laticínios, ovos e mel, bem como produtos como couro e qualquer produtos testado em animais”.

Aqui neste artigo, vamos falar especificamente dos chocolates veganos. Continue com a gente para saber mais sobre suas vantagens e benefícios!

Do que o chocolate vegano é feito?

Antes de te contar a base de ingredientes do chocolate vegano, segue para vocês uma listinha dos componentes que não fazem parte dele:

  • Leite;
  • Mel;
  • Albumina;
  • Glicerina.

Todos esses itens são de origem animal, portanto estão fora da receita.

O chocolate vegano também é feito a partir do cacau — ou da massa do cacau — e normalmente, a partir de 40%, a porcentagem desse ingrediente é indicada na embalagem.

Para completar a receita, alguns outros ingredientes podem ser utilizados, como:

  • Manteiga de cacau;
  • Manteiga de amêndoas;
  • Lecitina de girassol;

Na hora de adoçar existem várias opções: açúcar demerara, xilitol e eritritol são algumas delas. Logo, para quem não gosta muito do sabor docinho, é só procurar as opções com mais cacau. Já que quanto mais cacau, mais amargo o sabor, além disso, existem até os chocolates 100% cacau!

Mas não pense que, só por serem veganos, os chocolates serão “sem graça”. Na Java Chocolates todos os produtos são veganos e há uma variedade incrível de sabores, como: chocolate branco, chocolate crocante, kit de fondue, entre muitas outras opções.

Possivelmente você deve estar pensando: “hmmm, muito legal isso, de não usar ingredientes de origem animal, mas você disse lá no começo que ele eram saudáveis e sustentáveis. Não entendi muito bem como isso se aplica.”

Siga lendo o artigo para descobrir!

Quais os benefícios do chocolate vegano?

Uma das primeiras coisas que podemos notar na hora de comprar o chocolate comum com o chocolate vegano, é a diferença na lista de ingredientes, veja o exemplo abaixo:

  • Chocolate ao leite: Açúcar, leite em pó integral, massa de cacau, manteiga de cacau, soro de leite em pó, gordura vegetal, gordura de manteiga desidratada, emulsificante lecitina de soja e poliglicerol polirricinoleato e aromatizante.
  • Chocolate 70% cacau da Java: Massa de cacau, açúcar e manteiga de cacau.

Como podemos ver há uma enorme diferença na quantidade de ingredientes dos dois chocolates. Inclusive, pode perguntar para qualquer nutricionista: quanto menos ingredientes um produto tem, mais natural ele é.

Outro ponto para ser observado é o primeiro ingrediente da lista (os ingredientes aparecem em sua ordem de quantidade no produto); no chocolate ao leite tem mais açúcar que cacau, inclusive, a massa de cacau é apenas o terceiro ingrediente da lista.

Além de ser mais natural, ter menos gordura e ser mais nutritivo, o chocolate vegano, por ter mais cacau em sua composição (a partir de 70%) também trás consigo os benefícios deste fruto, como:

  • combate ao colesterol;
  • ajuda na prevenção da anemia;
  • auxilia na regulagem do intestino;
  • reduz o risco de desenvolver diabetes;
  • diminui a pressão.

Ademais, há os benefícios relacionados à sustentabilidade, que vamos elencar a seguir.

Por que o chocolate vegano é mais sustentável?

Há duas grandes razões para considerarmos o chocolate vegano mais sustentável que seus irmãos com produtos de origem animal.

Em primeiro lugar, há um menor uso de recursos naturais. Segunda a Water Footprint Network, para produzir um copo de 250 ml de leite, são gastos aproximadamente 255 litros de água. Já em um chocolate vegano, este gasto com a água já foi economizado.

Em segundo lugar, o movimento vegano vai muito além da alimentação, conforme explicamos lá no comecinho do texto. Então, para o chocolate ser considerado realmente vegano, é necessário haver todo um cuidado em sua cadeia de produção.

Isso visa garantir que a produção de cacau seja livre de exploração infantil e animal, além de não suportar trabalho escravo (infelizmente ainda existem pessoas que trabalham praticamente em condição de escravidão).

Uma boa forma de garantir que o seu chocolate vegano possui essa preocupação com a cadeia de produção é consumir de marcas com produção artesanal.

Como os pequenos produtores compram em menor quantidade, têm a possibilidade de manter um contato mais próximo com as fazendas de cacau, podendo observar de perto todo o seu trabalho. 

Outra vantagem de se comprar em menor quantidade é que fica mais fácil comprar um cacau de maior qualidade, o que deixa o produto final ainda mais saboroso.

Quando você for comprar seu chocolatinho vegano, se lembre dessas informações… Com certeza, ele vai ficar mais gostoso ainda!

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Referências:

https://www.sejavegano.com.br/

https://www.tuasaude.com/cacau/

https://www.javachocolates.com.br/blog/o-longo-caminho-em-direcao-a-sustentabilidade/

O que significa o termo bean to bar?

O que significa o termo bean to bar?

Já ouviu falar nos chocolates bean to bar? Sabe o que significa? É disso que vamos falar por aqui hoje.

Quando abrimos a embalagem de uma barrinha de chocolate, dificilmente paramos para pensar em tudo o que existe por trás dela. Da onde vem essa delícia? Do que ela é feita? Como funciona a sua cadeia de produção? 

“Poxa, eu só queria comer um chocolatinho…” — sim, nós sabemos. Mas, imagina que legal apreciar seu docinho sabendo que:

  1. Ele é produzido de maneira artesanal;
  2. Utiliza poucos ingredientes e esses, além de serem naturais, são bem selecionados;
  3. O chocolate maker acompanha todo o seu processo de produção, desde o contato com o agricultor, que planta o cacau, até o chocolate estar prontinho para ser consumido.

“Ok”— você pode pensar — “parece incrível. Mas sendo práticos, como eu vou saber tudo isso quando estiver escolhendo o meu chocolate, de forma rápida?

Isso é muito simples! É só procurar os chocolates bean to bar. Aqui neste artigo, vamos te explicar tudo sobre essa forma de produzir e consumir chocolates. Continue lendo!

O que é bean to bar?

Traduzindo de forma literal, bean to bar significa “do grão à barra”. Ou seja, que esses chocolates são feitos desde o grão de cacau até a barra. 

É provável que essa explicação desperte dúvidas como: “mas não é assim que todos os chocolates são produzidos?” — e a resposta é, não.

A maior parte dos chocolates são produzidos a partir de uma massa de cacau (os grãos já vem moídos e torrados) ou a partir de outro chocolate já pronto, que é derretido e transformado em um novo produto.

Por que essa é a forma de produção mais comum? Por se mais fácil e barata. Como os produtores recebem a massa de cacau ou o chocolate, não há seleção de grãos, nem uma grande preocupação com suas particularidades, como a safra, por exemplo.

Portanto, o valor da saca do cacau é menor, o que diminui o custo total da produção, consequentemente diminuindo o valor final do produto. Ou seja, é um processo de fabricação muito utilizado por empresas que produzem em larga escala.

“Tudo bem. Por que então surgiu essa categoria bean to bar? Se a forma de fabricação tradicional é mais fácil e barata?”

Fique com a gente até o final para descobrir!

Como surgiu?

Respondendo a pergunta feita acima, o nicho bean to bar surgiu por uma necessidade de mercado. 

Já faz algum tempo que o mundo em geral começou a ser mais consciente, em vários aspectos: alimentação, meio-ambiente, desperdício, etc. e esse tipo de preocupação começou a alterar a forma que as pessoas consomem seus produtos

Tendo isso em mente, em 2005, nos Estados Unidos foi iniciada a fabricação e produção de chocolates com poucos e selecionados ingredientes, fatos que os torna mais saudáveis e naturais. 

Além disso, esses produtores começaram a acompanhar todo o processo de fabricação do chocolate, desde a escolha do agricultor e da seleção dos melhores grãos até a modelagem da barra e seu embalamento. 

A partir desse processo, quem consome os bean to bar sabe que, além de estar desfrutando de um produto de qualidade, também está colaborando com uma cadeia de produção consciente, onde os preços pagos aos produtores primários são justos e há menos danos aos meio-ambiente.

Mas eles são gostosos?

Às vezes os produtos naturais sofrem com a estigma de não serem muito saborosos, o que leva algumas pessoas a decidirem por consumir a versão, digamos “menos natural” da mercadoria.

Porém , isso sem dúvida não é a realidade de muitos produtos, inclusive dos chocolates bean to bar. Por exemplo, podemos fazer um  comparativo do café com esse tipo de chocolate:

Assim como acontece com o café, o sabor e o aroma do cacau são influenciados pelo clima da região, as características do solo e a variedade dos grãos..

Aliás, olha que boa ideia: fazer uma degustação de bean to bar!

Como é o processo de fabricação?

Conforme foi supracitado  uma das vantagens — tanto em relação ao sabor quanto em relação ao consumo consciente — desse tipo de doce é o seu processo de fabricação diferenciado. Confira agora como a mágica acontece:

Análise

 É a partir do processo de análise que os chocolate makers irão identificar a qualidade e as especificidades da amêndoa do cacau e assim desenvolver receitas coerentes com essas nuances.

Torra

A torra é um processo muito importante, que vai imprimir ao chocolate bean to bar seu aroma e sabor. As principais variáveis nesta etapa são o tempo e a temperatura em que as amêndoas serão torradas.

E caso sejam cometidos erros, o chocolate fica comprometido, independentemente da qualidade do cacau utilizado.

Separação de cascas

Após saírem da torra, as amêndoas são deixadas para “descansar” em temperatura ambiente, até que esfriem o suficiente para o processo de separação de cascas ser iniciados.

Essa operação é necessário, pois a parte do cacau que é utilizada para a fabricação de chocolates — conhecida como nibs de cacau — é revestida por uma membrana eu sabor amargo, então nesse processo, os nibs são separados e as membranas descartadas.

Refino e conchagem

Agora que temos os nibs de cacau devidamente separados é iniciado o processo de refino dos mesmos.

É aqui no refino que os outros ingredientes da receita serão incluídos. Tudo é milimetricamente controlado para que não haja perda de sabor durante o refinamento.

Na mesma máquina ocorre a conchagem, que é o que garante a suavidade e a maciez do produto final.

Modelagem e resfriamento

É aqui que o chocolate assume a forma na qual vamos encontrá-lo. Após o processo de modelagem, o bean to bar passa pelo resfriamento, que pode ser feito em túneis ou geladeiras

Embalagem

Pode ser feita por meio de máquinas ou a mão, depende da preferência do fabricante.

Seja por conta da pequena quantidade de ingredientes, por reduzir os impactos negativos no meio-ambiente, para afinar seu paladar em relação aos chocolates ou quem sabe, por todos os motivos citados, o bean to bar veio para ficar.

Certamente, se você der uma chance, ele vai conquistar um lugar na sua despensa —  e no seu coração.

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Referências:

https://falauniversidades.com.br/bean-to-bar-a-nova-forma-de-fabricar-chocolate/#:~:text=A%20tend%C3%AAncia%20Bean%20to%20Bar,cacau%20at%C3%A9%20o%20produto%20final.

 

Dieta Plant based: o novo conceito de alimentação

Dieta Plant based: o novo conceito de alimentação

A cada dia que passa, novos conceitos e dietas surgem com o objetivo de te ajudar a ter um corpo e uma vida mais saudável. Um desses novos conceitos que têm estado em alta é a dieta plant based, que pode ser resumida em: menos produtos que vem em pacotes, mais produtos que vem da natureza.

Esse é um grande atrativo dessa linha de alimentação pois, além de ajudar na sua saúde, ao adotá-la você também agrega impactos positivos ao meio-ambiente.

Quer saber mais sobre esse conceito de alimentação tão comentado por aí? Continue com a gente que vamos te contar tudo o que você precisa saber!

O que é dieta plant based?

A tradução do termo é a seguinte: a base de plantas. Ou seja, esse novo conceito de alimentação sugere uma alimentação mais natural, que evita alimentos industrializados e processados, dando prioridade aos produtos que vem da natureza, de origem vegetal.

É uma alimentação rica em:

  • Oleaginosas;
  • Leguminosas;
  • Tubérculos;
  • Grãos integrais;
  • Frutas;
  • Hortaliças;
  • Gorduras saudáveis de origem vegetal.

Você vai evitar:

  • Alimentos de origem animal;
  • Açúcares;
  • Carboidratos brancos refinados;
  • Embutidos;
  • Fast-food.

Uma dúvida frequente é: “por que evitar alimentos de origem animal, se eles também podem ser saudáveis?”

Além de se preocupar com o valor nutricional dos alimentos, a dieta plant based também considera a origem dos mesmos. Ou seja, priorizar alimentos orgânicos, de pequenos produtores e cruelty free, que significa que não há crueldade na cadeia de produção do alimento.

Dieta plant based e vegana são a mesma coisa?

“Então ao seguir uma alimentação plant based eu estou me tornando vegano?”

Não necessariamente. Existem duas grandes diferenças entre esses tipos de alimentação:

Enquanto para o veganos é proibido consumir produtos de origem animal, não só na alimentação, mas também na hora de se vestir, se maquiar, etc., quem segue a alimentação plant based não tem esse tipo de obrigatoriedade. Aqui o ato de não consumir produtos de origem animal é uma recomendação, deixando à sua escolha.

 Outra diferença entre as duas dietas é o foco principal de cada uma. Como dito acima, o intuito da dieta vegana é parar completamente o consumo de produtos de origem animal. Já na dieta plant based, o objetivo gira em torno, principalmente, da qualidade dos alimentos escolhidos: alimentos que venham da natureza e não dentro de pacotes.

Quais os benefícios da alimentação plant based para a saúde?

Quando uma dieta é focada no consumo de alimentos naturais, é lógico pensar que trará benefícios em relação à sua saúde. 

Algumas dessas vantagens:

Além disso, por conta da diminuição radical de açúcares, alimentos processados e refinados, existem grandes chances de emagrecimento ao adotar essa dieta. 

Mas lembre-se de que, não importa qual seja seu objetivo estético (emagrecer ou manter o peso), para se manter saudável é necessário uma alimentação equilibrada e sem excessos, independentemente do tipo de alimentação que escolher.

 

Quais os benefícios da alimentação plant based para o meio-ambiente?

Adotar uma alimentação majoritariamente plant based pode ter diversos impactos positivos para o meio ambiente. Segundo o documentário Cowspiracy: The Sustainability Secret, ao aderir essa dieta, você colabora com a diminuição da emissão de gases de efeito estufa, além de diminuir consideravelmente o gasto de água e terra que seriam utilizados com a pecuária. 

Além disso, você também colabora com a diminuição do desmatamento.

“Como esses assuntos podem estar relacionados?” 

Bom, para conseguir espaço para o gado e para a produção da sua ração, grandes áreas precisam ser desmatadas. No documentário é possível ver como a quantidade de recursos incluindo espaço utilizados por pessoa vai diminuindo proporcionalmente ao consumo de carne.

E o mais legal de tudo: não é apenas excluindo esse tipo de alimento 100% da sua vida que você ajuda o meio-ambiente. Segundo o movimento Segunda sem carne, que visa eliminar alimentos de origem animal neste dia da semana, em 2017 foram economizados 57 bilhões de litros de água, 500 milhões de m² de terra, entre outros benefícios. E isso apenas no Brasil.

Como aplicar a alimentação plant based no dia a dia?

Pode parecer que não, mas é bem simples trazer esse estilo de alimentação para a sua rotina.

Pense em, aos poucos, ir substituindo os alimentos que você costuma comprar pelos da dieta plant based, por exemplo: trocar o arroz branco por arroz integral, as proteínas de origem animal por proteínas de origem vegetal cogumelos, tofu, grão-de-bico e ervilha são algumas opções — o lanche da tarde por frutas e oleaginosas e assim por diante.

Outra dica é prestar atenção às tabelas nutricionais dos produtos que for comprar. Tem poucos ingredientes e estes são de origem vegetal? Então é uma boa opção para a sua dieta. 

Por exemplo, os produtos da Java Chocolates são pouco processados, são plant based e com uma lista de ingredientes bem enxuta.  Você pode consumir tranquilamente como parte de sua dieta diária sem prejuízos a saúde. 

Viu como não é tão difícil trazer a alimentação plant based para o seu dia a dia? 

Mas lembre-se de procurar um nutricionista para te auxiliar na transição, assim terá certeza de que não faltará nenhum nutriente no seu prato,

Como dissemos lá no começo, a alimentação plant based sugere mudanças nos seu hábitos alimentares e nada está escrito em pedra. Então sinta-se à vontade para adaptá-la da forma que mais fizer sentido com a sua vida. Afinal, a melhor dieta é aquela que conseguimos seguir sem sacrifício, não é mesmo?

Ah! E não se esqueça de assinar nossa newsletter, para ficar por dentro das novidades do mundo da alimentação saudável.

 

Referências:

https://www.uol.com.br/vivabem/alimentacao/dieta/dieta-plant-based.htm

https://espacoy.com.br/beneficios-da-segunda-sem-carne/#:~:text=promover%20a%20campanha.-,Benef%C3%ADcios%20da%20%E2%80%9CSegunda%20sem%20Carne%E2%80%9D.,carne%20uma%20vez%20por%20semana.&text=Reduzir%20o%20consumo%20de%20carne,artigo%20%E2%80%9C%C3%81gua%20e%20ecoefici%C3%AAncia%E2%80%9D.

Xilitol, eritritol e o chocolate low carb da Java Chocolates

Xilitol, eritritol e o chocolate low carb da Java Chocolates

Por mais impossível que isso possa parecer, existem chocolates low carb! Tem dúvidas sobre cetose e alimentos low carb? Neste artigo vamos te explicar como isso é possível.

“Será que eu como esse chocolate? Não quero furar a minha dieta low carb… Mas eu quero TANTO um docinho”.

Quem nunca passou por esse dilema? Você começou a dieta low carb ou dieta cetogência, mas aqueles resultados tão aguardados estão começando a aparecer. Contudo, vez ou outra surge a vontade de saborear esse doce tão adorado por todos. E se dissermos que você pode sim, comer um chocolate sem sair da dieta? 

Chocolate low carb

Os chocolates “normais”não fazem parte dos alimentos permitidos na dieta low carb (baixa em carboidratos) por terem muito açúcar, gorduras e um índice glicêmico bem alto. Para quem não se recorda, os carboidratos se transformam em açúcar dentro do nosso organismo, portanto qualquer alimento que possua muito carboidrato fica de fora das dietas low carb.

“Mas você não disse que eu ia poder comer chocolate sem furar a dieta?!”

Sim! Podemos considerar como chocolates low carb todos que tem em sua composição pelo menos 70% de cacau. Segundo o Dr. Barakat, o cacau é uma substância rica em antioxidantes que além de auxiliarem as atividades cerebrais, podem ser muito úteis para controlar o humor. Gostaríamos de poder dizer que só há vantagens no alimento low carb, porém, o cacau tem o sabor amargo, portanto quanto maior a sua concentração no alimento, menos doce é o seu sabor.

“Sério que você está indicando chocolate meio-amargo ou amargo?’

Não desanime! Continue com a gente que vamos te contar como um chocolate pode ser low carb e agradável ao paladar.

Xilitol

O xilitol é uma ótima opção na hora de substituir o açúcar comum. Ele é um açúcar de álcool, natural e é encontrado nas fibras de diversos vegetais, frutas, algas marinhas e alguns tipos de cogumelo.

Esse adoçante natural possui uma capacidade de adoçar muito semelhante a do açúcar, porém com o índice glicêmico mais baixo e bem menos calórico, fatos que o tornam um ótimo aliado de dietas, inclusive na dieta low carb e dieta cetogênica.

Eritritol

Assim como o xilitol, o eritritol é uma ótima opção para adoçar sem sair da dieta. Também é proveniente de alguns vegetais e frutas.

O eritritol é ainda menos calórico que o xilitol. Segundo o Brasil Nutrição, enquanto o açúcar comum tem 4 calorias por grama, o xilitol tem 2,4 cal e o eritritol possui um total de 0,24 cal por grama. Além de tudo isso, este ainda garante 70% da doçura. A vantagem do eritritol em relação ao xilitol é que o eritritol não causa desconforto intestinal em pessoas mais sensíveis. O eritritol é o único adoçante poliol que não tem efeito laxativo.

“Ok” — você deve estar pensando — “mas o que tudo isso tem a ver com o chocolate low carb que vocês me prometeram?”

Chocolates low carb da Java Chocolates

  • Chocolate 70% cacau ou mais + Xilitol
  • Chocolate 70% cacau ou mais + Eritritol
  • Chocolates 100% cacau

​Essas, basicamente, são as fórmulas dos chocolates low carb da Java Chocolates

Nossa tabela nutricional limpa (com poucos ingredientes) produz chocolates gostosos e saudáveis, com opções para todos os tipos de paladares. Os com sabor mais doce são adoçados com xilitol ou eritritol e para os que preferem um sabor amargo, temos o chocolate 100% cacau. Isso mesmo, apenas 1 ingrediente!

Viu como é possível comer um chocolate gostoso sem furar a dieta?

Agora você tem diversas opções de chocolates para acompanhar um cafezinho, para comer de sobremesa, para presentear alguém, fazer um doce, entre tantas outras coisas que não pareciam ser possíveis dentro de uma dieta low carb. Mas lembre-se que, como tudo na vida, é bom consumi-lo com moderação. 

Gostou das dicas? Então assine nossa newsletter para receber as novidades.

Referências:

https://drbarakat.com.br/chocolate/

https://tuasaude.com/adocantes-naturais-para-substituir-o-acucar/

https://www.minhavida.com.br/alimentacao/tudo-sobre/18196-carboidratos

https://www.tuasaude.com/adocantes-naturais-para-substituir-o-acucar/

https://www.sophiederam.com/br/o-que-comer/o-que-e-xilitol-e-pra-que-serve/

Compre do pequeno produtor para a sustentabilidade

Compre do pequeno produtor para a sustentabilidade

Compre do pequeno produtor e crie uma cadeia curta e sustentável. Desta forma, incentivamos o desenvolvimento do produto de qualidade,  da economia do lugar de origem e, ainda, temos a possibilidade de conhecer melhor o produtor e a sua cadeia de produção. Que tal incentivar o pequeno produtor e o comércio local?

Por que isso faz diferença?

Conhecer a cadeia de produção do que consumimos nos dá pistas de como os ingredientes foram selecionados, se seus valores nutricionais foram preservados e se foram adquiridos de maneira ética, sem exploração humana ou animal, por exemplo. Assim acontece com o chocolate do grão à barra. 

O cacau é uma commodity, portanto os produtores ficam sujeitos aos preços praticados em bolsa, sem garantias de preço que sua safra valerá à época da colheita. Para fugir desta incerteza, cacauicultores estão investindo em especialização e melhoramento do seu fruto e manejo. Todo este esforço melhora o sabor do cacau e consequentemente do chocolate, descolando o preço da cotação de bolsa.

 O fabricante de chocolate bean to bar (do grão à barra) trabalha com este cacau selecionado e paga mais por ele.  Geralmente, compra as amêndoas diretamente do produtor,  tem cuidado com a torra para manter os aromas e a boa acidez da matéria-prima, para não precisar adicionar corantes, aromatizantes e nada mais. E a consequência, são chocolates puros, que assim como o vinho, têm safra e terroir, ou seja, características únicas geradas por fatores como solo, clima e manejo.

Bean to bar – Do grão à barra 

A origem do cacau influencia de todas as formas no chocolate.

A origem do cacau indica a sua localização geográfica, qual estado, qual região ou qual fazenda e estas informações podem indicar algumas características sensoriais esperadas no chocolate, dependendo da qualidade do manejo da fazenda até a fabricação da barra. Apesar da origem não garantir a qualidade, gera expectativa.

Um exemplo disso, são os chocolates da Java que têm duas origens: o cacau da Amazônia, do estado do Pará, que entrega uma suavidade e equilíbrio ,e o cacau Mineiro. O cacau de origem amazônica tem notas gustativas florais e adocicadas, notas mais marcantes de castanha e de jasmim, muito baixa acidez e adstringência. Enquanto o cacau mineiro traz uma acidez equilibrada e notas de caramelo ao chocolate.

Quando se conhece a origem do cacau é possível saber a procedência e rastreabilidade. A origem indica quem faz.

Impacto social e trabalho escravo na lavoura cacaueira

Existe diferença entre um fabricante do chocolate que apenas paga para receber o cacau em casa, limpo e embalado e o fabricante que visita o pequeno produtos, ajuda a viabilizar frete e a entrega, sabe indicar melhorias para o cacau, sabe se a fazenda tem burro de carga, trator ou caminhão para transporte, enfim, sabe se o produtor é fazendeiro de terceira geração, exporta e já tem conhecimento há anos, experiência ou é novo nesse segmento, estuda e trabalha pesado para que o cacau fino seja o meio para melhorar a qualidade de vida. 

A Java Chocolates valoriza todos os esforços, visita as fazendas, vai a feiras e conversa com quem produz.

Alguns de pequenos produtores que descobrimos

Foi assim com o produtor do Pará, a família Brogni, Sítio Ascurra, quando estavam começando a trabalhar com cacau fino. Eles vendiam o cacau a preços baixíssimos, pois ninguém nunca havia se interessado comprar o cacau fino produzidos por eles. Quando negociamos o cacau fino, a preço justo, a safra não nos decepcionou, o produto pronto rendeu somente elogios ao produtor. E mais tarde, eles ganharam o prêmio de melhor amêndoa de cacau no Festival Internacional do Chocolate em Belém e, ainda, foram a Paris representar o Brasil. E somente a Java comprava o cacau fino deles. 

Outra grande descoberta, valorizada pela Java Chocolates foi o cacau mineiro. Após muita procura e pesquisa, encontramos em Minas Gerais um cacau de qualidade. Mas, assim como acontecia com o produtor do cacau amazônico, a fazenda não conseguia negociar com algum comprador que os remunerasse pela qualidade do fruto produzidos por eles. 

A Java Chocolates valoriza e ajuda o pequeno produtor que está aprimorando, estudando e se esforçando para produzir cacau fino e melhorar a vida no campo.

Conhecer a origem do cacau também indica a relação da fábrica de chocolate com a fazenda. Ou seja, ou o produtor do cacau também fabrica o chocolate, ainda que a fábrica seja em cidade diferente da plantação, no caso do tree to bar, ou o produtor de chocolate faz o processamento do cacau até a barra, o bean to bar.

Java Chocolates e o comércio justo

São poucas as empresas que valorizam o cacau e têm os cuidados necessários com o fruto.

Na Java Chocolates aliamos todo o conhecimento, cuidado, respeito para produzir e transformar a matéria prima em chocolate. E, principalmente, com segurança e responsabilidade. Temos rígido controle de alergênicos e seguimos à risca os manuais de boas práticas de fabricação.  Embalamos de forma hermética para entregar com a melhor qualidade. 

Mas, algumas empresas têm outro foco, não importam como o cacau é plantado, colhido e processado, utilizam o cacau bulk, que tem status de commodity.  

Como falamos no início do texto, quando não há essa preocupação, o cacau é comprado pelo preço mínimo, sem análise de sabor e sem nenhum cuidado pós colheita. E, assim, o cacau de diversas origens, têm baixo nível de pureza, sobretorra e aromatizante de baunilha para disfarçar e padronizar.

Você já parou pra pensar por que há chocolate barato, de onde vem o cacau deles e quais as condições de trabalho na lavoura? Como o cacau commodity é um produto sem valor agregado, o agricultor fica à mercê das variações do clima e do mercado de bolsa, muitas vezes, acaba vendendo cacau por menos do que foi gasto para produzi-lo. 

Ao comprarmos o cacau fino, ajudamos esses cacauicultores a valorizar o seu trabalho, sem depender do preço de bolsa e conseguir um preço decente para o árduo trabalho que tiveram.

Criando valor no campo, as famílias podem continuar unidas em suas propriedades, vivendo dignamente, e contribuindo com o meio ambiente. 

Isso é chamado de Fair Trade ou Comércio Justo. É considerada uma parceria comercial, baseada em diálogo, transparência e respeito, que visa a equidade, que auxilia no desenvolvimento sustentável, através de condições mais dignas de troca e garantia dos direitos para produtores.

Cadeia curta e sustentável

Essa parceria sustentável estabelece contato direto entre o produtor e o comprador, sem intermédios e menos burocracias comerciais. Apenas uma relação comercial mais justa, com alguns princípios bem estabelecidos:

  • Transparência e prestação de contas;
  • Capacitação e apoio aos produtores;
  • Comércio e pagamentos justos;
  • Dar oportunidades aos produtores, em especial os em desvantagens econômicas;
  • Obediência à legislação e às normas;
  • Propiciar ambiente de trabalho seguro e em boas condições, além de garantir que não haja trabalho infantil;
  • Respeitar o meio ambiente.

Fazemos chocolate do cacau a barra, usamos ingredientes naturais de alta qualidade e com rastreabilidade. Tão importante quanto ser gostoso, é ser seguro. Por isso, fazemos o rastreamento dos ingredientes para garantirmos a segurança do alimento.

Nossas escolhas

Nós escolhemos um bom cacau, de um cacauicultor caprichoso que nos entrega as melhores e mais saudáveis amêndoas. Daí, desenvolvemos um perfil de torra especial para cada lote revele os sabores e aromas do cacau. Nossa torra é baixa, controlada e, por isso, não desenvolve o sabor amargo que vemos por aí, queremos justamente mostrar o sabor e aroma do cacau. 

Compramos a maior parte de nosso cacau de cooperativas de agricultura familiar na Amazônia Paraense. Conhecemos todas as propriedades e os agricultores, trocamos experiências e ajudamos uns aos outros para melhorar nossos produtos. Em 2019, depois de 4 anos de procura, encontramos cacau de boa qualidade em Minas Gerais, na região do Rio Doce. Por ser uma produção muito pequena, este cacau é usado apenas em nosso chocolate Mineirinho, 

Nós averiguamos os processos, acompanhamos de perto, além do manejo da terra e tratamento dos frutos, que influenciam diretamente no chocolate, nos certificamos de que não há trabalho escravo, nem exploração animal no cultivo. Mais do que dinheiro, troca de conhecimento, salientamos o comércio justo, o que inclui melhorar a qualidade de vida do homem do campo. 

Comprando o cacau em cooperativas específicas, valorizamos o trabalho das famílias e as incentivamos a continuar estudando, investindo em conhecimento em sua área de atuação, aprimorando. E, ainda, compartilhamos todo nosso conhecimento em chocolate e tecnologia de alimentos, favorecendo um intercâmbio de informações valiosas. 

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https://www.javachocolates.com.br/

https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/o-que-e-fair-trade-comercio-justo,82d8d1eb00ad2410VgnVCM100000b272010aRCRD