Fábrica de chocolate Mineira

Fábrica de chocolate Mineira

A Java Chocolates se orgulha de ser a primeira fábrica de chocolate bean to bar de Minas Gerais.

Em 2014, iniciamos nossas pesquisas e estudamos muito sobre cacau e as origens. Optamos por trabalhar com o cacau do Pará, que é desconhecido por grande parte da população, mesmo sendo a região em que o cacau se originou. Em 2015, lançamos a Java Chocolates e desde então, estamos sempre buscando melhorias, mas mantendo nossos pilares.

Conheça os pilares de nossa fábrica de chocolate:

Chocolate de origem

Usamos cacau de produtores que amam cacau e buscam constante melhoria na produção. Conheça mais sobre os produtores de cacau. Iniciamos com o cacau do Pará e sempre tivemos curiosidade em encontrar um produtor mineiro, e após quatro anos de pesquisa, encontramos! Conheça mais sobre chocolate de origem em nosso site.

Segurança de alimentos

Alimento precisa ser seguro. Seguimos as melhores práticas para entregar o melhor produto a você, consumidor.

Respeito a alergênicos

Rastreamos os ingredientes para produzir chocolates que atendam às restrições alimentares. Isso é assunto sério para nós!

Mínimo de ingredientes

Para que usar ingredientes sem necessidade? Pois é, assim pensamos e fazemos. Seja com açúcar ou adoçantes naturais, entregamos produtos nutritivos e com variedade, para você consumidor escolher como prefere o seu chocolate

Máximo de qualidade

Nossa luta contínua é de entregar o melhor sabor com o melhor cacau, com gosto de chocolate, sem aromatizantes ou conservantes. Chocolate de verdade com ingredientes naturais.

Cadeia curta de produção com sustentabilidade

Parceiros que amam o cacau. Assim chamamos os nossos fornecedores, com os quais criamos parceria e vínculo. Aprendemos e ajudamos, sempre incentivando a melhoria do cacau, com remuneração superior, para entregar a você a melhor qualidade. Com isso, podemos visitar fazendas e garantir condições de trabalho adequadas e a não utilização de mão de obra em condições de escravidão, ou trabalho infantil.

 

O que significa o termo bean to bar?

O que significa o termo bean to bar?

Já ouviu falar nos chocolates bean to bar? Sabe o que significa? É disso que vamos falar por aqui hoje.

Quando abrimos a embalagem de uma barrinha de chocolate, dificilmente paramos para pensar em tudo o que existe por trás dela. Da onde vem essa delícia? Do que ela é feita? Como funciona a sua cadeia de produção? 

“Poxa, eu só queria comer um chocolatinho…” — sim, nós sabemos. Mas, imagina que legal apreciar seu docinho sabendo que:

  1. Ele é produzido de maneira artesanal;
  2. Utiliza poucos ingredientes e esses, além de serem naturais, são bem selecionados;
  3. O chocolate maker acompanha todo o seu processo de produção, desde o contato com o agricultor, que planta o cacau, até o chocolate estar prontinho para ser consumido.

“Ok”— você pode pensar — “parece incrível. Mas sendo práticos, como eu vou saber tudo isso quando estiver escolhendo o meu chocolate, de forma rápida?

Isso é muito simples! É só procurar os chocolates bean to bar. Aqui neste artigo, vamos te explicar tudo sobre essa forma de produzir e consumir chocolates. Continue lendo!

O que é bean to bar?

Traduzindo de forma literal, bean to bar significa “do grão à barra”. Ou seja, que esses chocolates são feitos desde o grão de cacau até a barra. 

É provável que essa explicação desperte dúvidas como: “mas não é assim que todos os chocolates são produzidos?” — e a resposta é, não.

A maior parte dos chocolates são produzidos a partir de uma massa de cacau (os grãos já vem moídos e torrados) ou a partir de outro chocolate já pronto, que é derretido e transformado em um novo produto.

Por que essa é a forma de produção mais comum? Por se mais fácil e barata. Como os produtores recebem a massa de cacau ou o chocolate, não há seleção de grãos, nem uma grande preocupação com suas particularidades, como a safra, por exemplo.

Portanto, o valor da saca do cacau é menor, o que diminui o custo total da produção, consequentemente diminuindo o valor final do produto. Ou seja, é um processo de fabricação muito utilizado por empresas que produzem em larga escala.

“Tudo bem. Por que então surgiu essa categoria bean to bar? Se a forma de fabricação tradicional é mais fácil e barata?”

Fique com a gente até o final para descobrir!

Como surgiu?

Respondendo a pergunta feita acima, o nicho bean to bar surgiu por uma necessidade de mercado. 

Já faz algum tempo que o mundo em geral começou a ser mais consciente, em vários aspectos: alimentação, meio-ambiente, desperdício, etc. e esse tipo de preocupação começou a alterar a forma que as pessoas consomem seus produtos

Tendo isso em mente, em 2005, nos Estados Unidos foi iniciada a fabricação e produção de chocolates com poucos e selecionados ingredientes, fatos que os torna mais saudáveis e naturais. 

Além disso, esses produtores começaram a acompanhar todo o processo de fabricação do chocolate, desde a escolha do agricultor e da seleção dos melhores grãos até a modelagem da barra e seu embalagem. 

A partir desse processo, quem consome os bean to bar sabe que, além de estar desfrutando de um produto de qualidade, também está colaborando com uma cadeia de produção consciente, onde os preços pagos aos produtores primários são justos e há menos danos aos meio-ambiente.

Mas eles são gostosos?

Às vezes os produtos naturais sofrem com a estigma de não serem muito saborosos, o que leva algumas pessoas a decidirem por consumir a versão, digamos “menos natural” da mercadoria.

Porém , isso sem dúvida não é a realidade de muitos produtos, inclusive dos chocolates bean to bar. Por exemplo, podemos fazer um  comparativo do café com esse tipo de chocolate:

Assim como acontece com o café, o sabor e o aroma do cacau são influenciados pelo clima da região, as características do solo e a variedade dos grãos..

Aliás, olha que boa ideia: fazer uma degustação de bean to bar!

Como é o processo de fabricação?

Conforme foi supracitado  uma das vantagens — tanto em relação ao sabor quanto em relação ao consumo consciente — desse tipo de doce é o seu processo de fabricação diferenciado. Confira agora como a mágica acontece:

Análise

 É a partir do processo de análise que os chocolate makers irão identificar a qualidade e as especificidades da amêndoa do cacau e assim desenvolver receitas coerentes com essas nuances.

Torra

A torra é um processo muito importante, que vai imprimir ao chocolate bean to bar seu aroma e sabor. As principais variáveis nesta etapa são o tempo e a temperatura em que as amêndoas serão torradas.

E caso sejam cometidos erros, o chocolate fica comprometido, independentemente da qualidade do cacau utilizado.

Separação de cascas

Após saírem da torra, as amêndoas são deixadas para “descansar” em temperatura ambiente, até que esfriem o suficiente para o processo de separação de cascas ser iniciados.

Essa operação é necessário, pois a parte do cacau que é utilizada para a fabricação de chocolates — conhecida como nibs de cacau — é revestida por uma membrana eu sabor amargo, então nesse processo, os nibs são separados e as membranas descartadas.

Refino e conchagem

Agora que temos os nibs de cacau devidamente separados é iniciado o processo de refino dos mesmos.

É aqui no refino que os outros ingredientes da receita serão incluídos. Tudo é milimetricamente controlado para que não haja perda de sabor durante o refinamento.

Na mesma máquina ocorre a conchagem, que é o que garante a suavidade e a maciez do produto final.

Modelagem e resfriamento

É aqui que o chocolate assume a forma na qual vamos encontrá-lo. Após o processo de modelagem, o bean to bar passa pelo resfriamento, que pode ser feito em túneis ou geladeiras

Embalagem

Pode ser feita por meio de máquinas ou a mão, depende da preferência do fabricante.

Seja por conta da pequena quantidade de ingredientes, por reduzir os impactos negativos no meio-ambiente, para afinar seu paladar em relação aos chocolates ou quem sabe, por todos os motivos citados, o bean to bar veio para ficar.

Certamente, se você der uma chance, ele vai conquistar um lugar na sua despensa —  e no seu coração.

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Referências:

https://falauniversidades.com.br/bean-to-bar-a-nova-forma-de-fabricar-chocolate/#:~:text=A%20tend%C3%AAncia%20Bean%20to%20Bar,cacau%20at%C3%A9%20o%20produto%20final.

 

Bean to bar - quais chocolates entram nesta categoria?

Tabua de selecao de cacau

Traduzindo de forma literal, bean to bar significa “do grão à barra”. Ou seja, que esses chocolates são feitos desde o grão de cacau até a barra. em 2005, nos Estados Unidos foi iniciada a fabricação e produção de chocolates com poucos e selecionados ingredientes, fatos que os torna mais saudáveis e naturais. Além disso, esses produtores começaram a acompanhar todo o processo de fabricação do chocolate, desde a escolha do agricultor e da seleção dos melhores grãos até a modelagem da barra e sua embalagem. A partir desse processo, quem consome os bean to bar sabe que, além de estar desfrutando de um produto de qualidade, também está colaborando com uma cadeia de produção consciente, onde os preços pagos aos produtores primários são justos e há menos danos aos meio-ambiente.

O longo caminho em direção a sustentabilidade do chocolate

O longo caminho em direção a sustentabilidade do chocolate

A bandeira da sustentabilidade do chocolate passou a ser uma forte ferramenta de marketing.  Isso é ótimo, afinal, faz com que as empresas voltem a atenção às questões éticas e ambientais, trabalhando para deixar um planeta melhor.

cacaueiros mineiros: fruto da dedicação e persistência do agricultor, que insistiu na cultura do cacau fino mesmo não estando na “terra do cacau”.

Quando se trata de cacau e outros bens agrícolas, é sabido que a exploração infantil, animal e condições de trabalho análogas ao escravo ainda são uma triste realidade. Portanto, todo incentivo de grandes indústrias para melhorar esse cenário, deve ser muito bem vindo. 

Uma grande industria pode impactar a vida de muita gente, adotando práticas de comércio justo. 

A notícia abaixo (em inglês) mostra que o caminho é longo, e está apenas começando.

Com a safra de outubro ameaçada por muita chuva e umidade, os agricultores da Costa do Marfim e Gana estão frustados com o programa de comércio justo de gigantes como Barry Callebaut, Mars, Nestlé e Mondelez.

https://www.confectionerynews.com/Article/2019/10/14/Ghana-and-Cote-d-Ivoire-threaten-cocoa-sustainability-schemes-if-producers-don-t-pay-more-for-beans

Em paralelo, nós, pequenas empresas, conseguimos fazer esta ponte com a sustentabilidade de maneira mais rápida para fabricar chocolate de origem, porém com volume muito menor.

De pedido em pedido, ajudamos a melhorar o mundo daqueles que se empenham em estudar para plantar, colher e oferecer um cacau melhor, recebendo mais pelo seu trabalho que simplesmente o valor da cotação do dia na bolsa de valores.

Importante lembrar: sem comprador, não adianta ter o melhor cacau do mundo. 

É comum relatos de agricultores que, sem ter comprador, venderam a safra de cacau fino a preço de bolsa, perdendo todo seu esforço e empenho. Desanimador, não é?

Sorte nossa que eles persistem, e nos permite encontrá-los.

A valorização da vida do campo talvez seja o elo mais importante nesta cadeia de sustentabilidade. Valorizando o homem do campo, o trabalho com a terra de maneira ética, a preservação do meio ambiente adotando práticas modernas de agricultura, ajudamos nosso planeta a continuar verde, fresco e saudável para as próximas gerações.

E que as próximas gerações voltem a se interessar pela vida no campo.

Família Vronsky – Produtores de cacau fino E orgânico na Amazônia.
Coma chocolate. Seu intestino agradece!

Coma chocolate. Seu intestino agradece!

Pertencentes ao grupo dos alimentos funcionais, os probióticos são fibras de difícil digestão que alimentam as bactérias boas do intestino, produzindo compostos anti-inflamatórios.

O que o chocolate tem a ver com isso?

Cientistas da Universidade da Louisiana (USA) descobriram que as fibras do cacau são de difícil digestão e chegam parcialmente inteiras ao intestino, onde são fermentadas por bactérias boas produzindo compostos antiinflamatórios. Estes compostos entram na corrente sanguínea e ajudam a proteger o coração e as artérias, além de reduzir a pressão sanguínea.

“Em nossos estudos descobrimos que a fibra é fermentada e os grandes polímeros polifenólicos são metabolizadas em moléculas menores, que são mais fáceis de absorver”, diz John Finley, PhD, co-autor da pesquisa. Estes polímeros menores apresentam atividades antiinflamatórias.

Além de converter o chocolate em compostos antiinflamatórios, a ação prebiótica das fibras do chocolate alimentam as bactérias probióticas, o que leva a sua multiplicação – o  que fortalece o sistema imunológico.

Quando você ingere prebióticos, a população de bactérias boas de seu intestino fica maior que a de bactérias ruins, melhorando a saúde em geral.

Os testes foram feitos in-vitro, utilizando três tipos de cacau em pó. O cacau em pó é extraído da prensagem dos nibs de cacau.

Para obter semelhantes efeitos, deve-se consumir chocolates de qualidade, puros e com alta concentração de cacau.

E aí, deu vontade?

Hmmm.... Com licença, vou ali cuidar da minha saúde comendo um chocolatinho!

Fontes:

http://www.medicalnewstoday.com/articles/274246.php

http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2586142/Why-dark-chocolate-really-IS-good-Stomach-microbes-turn-cocoa-natural-drug-reduces-blood-pressure.html

http://www.naturalnews.com/044569_chocolate_anti-inflammatory_nutrients_prebiotic_fiber.html

http://www.naturalnews.com/044496_chocolate_pill_disease_prevention_probiotics.html