Porque a Java contribui com o comércio local?

Porque a Java contribui com o comércio local?

Compre local. Quando você compra um produto produzido localmente, você incentiva o desenvolvimento da economia do lugar de origem e, ainda, tem a possibilidade de conhecer melhor o produtor e a sua cadeia de produção. Daí, é possível entender desde onde vêm a matéria prima daquele produto e toda a sua trajetória até o produto final. Incentive sempre o comércio local!

Por que isso é importante?

Conhecer a cadeia de produção do que consumimos nos dá pistas de como os ingredientes foram selecionados, se seus valores nutricionais foram preservados e se foram adquiridos de maneira ética, sem exploração humana ou animal, por exemplo. Assim acontece com o chocolate do grão à barra. 

O cacau é uma comodity, portanto os produtores ficam sujeitos aos preços praticados em bolsa, sem garantias de preço que sua safra valerá à época da colheita. Para fugir desta incerteza, cacauicultores estão investindo em especialização e melhoramento do seu fruto e manejo. Todo este esforço melhora o sabor do cacau e consequentemente do chocolate, descolando o preço da cotação de bolsa.

 O fabricante de chocolate bean to bar (do grão à barra) trabalha com este cacau selecionado e paga mais por ele.  Geralmente, compra as amêndoas diretamente do produtor,  tem cuidado com a torra para manter os aromas e a boa acidez da matéria-prima, para não precisar adicionar corantes, aromatizantes e nada mais. E a consequência, são chocolates puros, que assim como o vinho, têm safra e terroir, ou seja, características únicas geradas por fatores como solo, clima e manejo.

Do grão à barra

A origem do cacau influencia de todas as formas no chocolate.

A origem do cacau indica a sua localização geográfica, qual estado, qual região ou qual fazenda e estas informações podem indicar algumas características sensoriais esperadas no chocolate, dependendo da qualidade do manejo da fazenda até a fabricação da barra. Apesar da origem não garantir a qualidade, gera expectativa.

Um exemplo disso, são os chocolates da Java que têm duas origens: o cacau da Amazônia, do estado do Pará, que entrega uma suavidade e equilíbrio ,e o cacau Mineiro. O cacau de origem amazônica tem notas gustativas florais e adocicadas, notas mais marcantes de castanha e de jasmim, muito baixa acidez e adstringência. Enquanto o cacau mineiro traz uma acidez equilibrada e notas de caramelo ao chocolate.

Quando se conhece a origem do cacau é possível saber a procedência e rastreabilidade. A origem indica quem faz.

Impacto social e trabalho escravo na lavoura cacaueira.

Existe diferença entre um fabricante do chocolate que apenas paga para receber o cacau em casa, limpo e embalado e o fabricante que visita, ajuda a viabilizar frete e a entrega, sabe indicar melhorias para o cacau, sabe se a fazenda tem burro de carga, trator ou caminhão para transporte, enfim, sabe se o produtor é fazendeiro de terceira geração, exporta e já tem conhecimento há anos, experiência ou é novo nesse segmento, estuda e trabalha pesado para que o cacau fino seja o meio para melhorar a qualidade de vida. 

A Java Chocolates valoriza todos os esforços, visita as fazendas, vai a feiras e conversa com quem produz.

Foi assim com o produtor do Pará, a família Brogni, Sítio Ascurra, quando estavam começando a trabalhar com cacau fino. Eles vendiam o cacau a preços baixíssimos, pois ninguém nunca havia se interessado comprar o cacau fino produzidos por eles. Quando negociamos o cacau fino, a preço justo, a safra não nos decepcionou, o produto pronto rendeu somente elogios ao produtor. E mais tarde, eles ganharam o prêmio de melhor amêndoa de cacau no Festival Internacional do Chocolate em Belém e, ainda, foram a Paris representar o Brasil. E somente a Java comprava o cacau fino deles. 

Outra grande descoberta, valorizada pela Java Chocolates foi o cacau mineiro. Após muita procura e pesquisa, encontramos em Minas Gerais um cacau de qualidade. Mas, assim como acontecia com o produtor do cacau amazônico, a fazenda não conseguia negociar com algum comprador que os remunerasse pela qualidade do fruto produzidos por eles. 

A Java Chocolates valoriza e ajuda o pequeno produtor que está aprimorando, estudando e se esforçando para produzir cacau fino e melhorar a vida no campo.

Conhecer a origem do cacau também indica a relação da fábrica de chocolate com a fazenda. Ou seja, ou o produtor do cacau também fabrica o chocolate, ainda que a fábrica seja em cidade diferente da plantação, no caso do tree to bar, ou o produtor de chocolate faz o processamento do cacau até a barra, o bean to bar.

Java Chocolates e o comércio justo

São poucas as empresas que valorizam o cacau e têm os cuidados necessários com o fruto.

Na Java Chocolates aliamos todo o conhecimento, cuidado, respeito para produzir e transformar a matéria prima em chocolate. E, principalmente, com segurança e responsabilidade. Temos rígido controle de alergênicos e seguimos à risca os manuais de boas práticas de fabricação.  Embalamos de forma hermética para entregar com a melhor qualidade. 

Mas, algumas empresas têm outro foco, não importam como o cacau é plantado, colhido e processado, utilizam o cacau bulk, que tem status de commodity.  

Como falamos no início do texto, quando não há essa preocupação, o cacau é comprado pelo preço mínimo, sem análise de sabor e sem nenhum cuidado pós colheita. E, assim, o cacau de diversas origens, têm baixo nível de pureza, sobretorra e aromatizante de baunilha para disfarçar e padronizar.

Você já parou pra pensar por que há chocolate barato, de onde vem o cacau deles e quais as condições de trabalho na lavoura? Como o cacau commodity é um produto sem valor agregado, o agricultor fica à mercê das variações do clima e do mercado de bolsa, muitas vezes, acaba vendendo cacau por menos do que foi gasto para produzi-lo. 

Ao comprarmos o cacau fino, ajudamos esses cacauicultores a valorizar o seu trabalho, sem depender do preço de bolsa e conseguir um preço decente para o árduo trabalho que tiveram.

Criando valor no campo, as famílias podem continuar unidas em suas propriedades, vivendo dignamente, e contribuindo com o meio ambiente. 

Isso é chamado de Fair Trade ou Comércio Justo. É considerada uma parceria comercial, baseada em diálogo, transparência e respeito, que visa a equidade, que auxilia no desenvolvimento sustentável, através de condições mais dignas de troca e garantia dos direitos para produtores.

Essa parceria sustentável estabelece contato direto entre o produtor e o comprador, sem intermédios e menos burocracias comerciais. Apenas uma relação comercial mais justa, com alguns princípios bem estabelecidos:

  • Transparência e prestação de contas;
  • Capacitação e apoio aos produtores;
  • Comércio e pagamentos justos;
  • Dar oportunidades aos produtores, em especial os em desvantagens econômicas;
  • Obediência à legislação e às normas;
  • Propiciar ambiente de trabalho seguro e em boas condições, além de garantir que não haja trabalho infantil;
  • Respeitar o meio ambiente.

Fazemos chocolate do cacau a barra, usamos ingredientes naturais de alta qualidade e com rastreabilidade. Tão importante quanto ser gostoso, é ser seguro. Por isso, fazemos o rastreamento dos ingredientes para garantirmos a segurança do alimento.

Nós escolhemos um bom cacau, de um cacauicultor caprichoso que nos entrega as melhores e mais saudáveis amêndoas. Daí, desenvolvemos um perfil de torra especial para cada lote revele os sabores e aromas do cacau. Nossa torra é baixa, controlada e, por isso, não desenvolve o sabor amargo que vemos por aí, queremos justamente mostrar o sabor e aroma do cacau. 

Compramos a maior parte de nosso cacau de cooperativas de agricultura familiar na Amazônia Paraense. Conhecemos todas as propriedades e os agricultores, trocamos experiências e ajudamos uns aos outros para melhorar nossos produtos. Em 2019, depois de 4 anos de procura, encontramos cacau de boa qualidade em Minas Gerais, na região do Rio Doce. Por ser uma produção muito pequena, este cacau é usado apenas em nosso chocolate Mineirinho, 

Nós averiguamos tudo, acompanhamos de perto, além do manejo da terra e tratamento dos frutos, que influenciam diretamente no chocolate, nos certificamos de que não há trabalho escravo, nem exploração animal no cultivo. Mais do que dinheiro, troca de conhecimento, salientamos o comércio justo, o que inclui melhorar a qualidade de vida do homem do campo. 

Comprando o cacau em cooperativas específicas, valorizamos o trabalho das famílias e as incentivamos a continuar estudando, investindo em conhecimento em sua área de atuação, aprimorando. E, ainda, compartilhamos todo nosso conhecimento em chocolate e tecnologia de alimentos, favorecendo um intercâmbio de informações valiosas. 

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Para que serve o açúcar?

Para que serve o açúcar?

Nest post, vamos explicar com detalhes sobre o açúcar e para que serve.

Quando se pensa em adoçar a primeira coisa que vem a nossa cabeça é açúcar. O açúcar, também denominado de sacarose, está presente em muitos alimentos. Apesar de ser encontrado nos tecidos de algumas plantas, eles são extraídos da cana-de-açúcar e da beterraba para quantidades comerciais.

Desde 1700 é bem comum o açúcar extraído da cana e o açúcar da beterraba veio logo depois, em 1798, tornando-se bem importante para a indústria, principalmente, na França e na Alemanha, pois Napoleão, objetivando boicotar o açúcar das colônias britânicas, encorajou o seu desenvolvimento. O açúcar branco começou a ser processado em meados de 1850.

O açúcar é fonte de energia. Ele é rapidamente digerido e absorvido, liberando glicose e frutose. A glicose é importante para o cérebro, um dos órgãos que mais a consome. Esta frase vai de encontro à filosofia low-carb, vai parecer incoerente. 

Apesar de ser considerada uma substância inócua, é sempre relacionada o com diferentes patologias como as doenças cardiovasculares, diabetes ou obesidade. Porém, não existe estudo que comprove isso. Consumir açúcar dentro de uma dieta equilibrada e sem excessos não apresenta riscos à saúde.

No artigo de hoje vamos falar um pouco mais sobre o açúcar, será que a sua função é apenas adoçar os alimentos? Quais os tipos? Confira.

O que é o açúcar e para que serve?

Os açúcares são um grupo de substâncias com sabor adocicado amplamente presentes em alimentos em geral. Fazem parte do grupo dos carboidratos.

Eles são constituídos de duas moléculas, uma de frutose e uma de glicose. Ou seja, são um dissacarídeo, o que implica que são um composto formado pela união de dois monossacarídeos.

O açúcar ou a sacarose industrial e comercial é o produto de extração da cana e da beterraba de açúcar. O que difere entre eles, além das técnicas dos processos de produção, é a natureza de suas impurezas. O açúcar de cana impuro é aromático e doce, enquanto o de beterraba tem um pequeno fundo amargo. Entretanto, o produto final é o mesmo: 99,9% pura sacarose.

Os alimentos podem conter sacarose de origem natural ou adicionada. Os produtos industrializados têm concentração de sacarose adicionada conforme as possibilidades técnicas, razões econômicas e culturais e da regulamentação governamental existente em cada país. Enquanto a concentração natural nos alimentos não é possível conhecer, pois o conteúdo de açúcar de frutas e legumes depende das variações naturais de cultivo, período de colheita e condições de armazenamento.

Tipos de açúcar

Açúcar de confeiteiro

O açúcar de confeiteiro tem cristais muito finos e refinamento sofisticado. É indicado para fazer glacês e coberturas.

Açúcar orgânico 

O açúcar orgânico não utiliza agrotóxicos  em nenhuma etapa do ciclo de produção, do plantio à industrialização.

Açúcar light 

O açúcar light surge da combinação (mistura) do açúcar refinado com adoçantes dietéticos.

Açúcar líquido

Esse tipo de açúcar é obtido pela dissolução do açúcar refinado em água, usado em bebidas gasosas, balas e doces. Não é vendido em supermercados.

Açúcar refinado

É conhecido como açúcar branco, em seu refinamento, aditivos químicos, como o enxofre, tornam o produto branco como conhecemos. 

Açúcar mascavo

 É o açúcar quase bruto, escuro e úmido, extraído depois do cozimento do caldo de cana, que não passa pelas etapas seguintes de refinamento, por isso, conserva o cálcio, o ferro e outros sais minerais.

Açúcar cristal

É o açúcar com cristais grandes e transparentes, relativamente difíceis de serem dissolvidos em água. Não passa por refinamento.

Demerara

O demerara é também usado no preparo de doces. Este açúcar não recebe nenhum aditivo químico.

Açúcar invertido 

A sacarose pode ser hidrolisada após diluição em água, separando a glicose e a frutose. Quando esta reação ocorre com a adição de um ácido, surge uma espécie de xarope chamado de açúcar invertido. É usado para manter a cremosidade e evitar cristalização em doces como caramelos, recheios e brigadeiro. 

Açucares e adoçantes naturais

 Os açúcares têm funções essenciais na culinária e confeitaria além de adoçar. Eles dão cor, textura, crocância, ajudam a conservar alimentos e umidificá-los. Além disso, eles contribuem muito para o sabor. Mas, não devem ser consumidos exageradamente. O excesso de açúcar pode levar à alguns problemas de saúde, como a obesidade e a todas as doenças que decorrem disso, a diabetes, por exemplo. 

É importante ressaltar que o açúcar não é somente aquele adicionado. Na natureza é possível encontrar alimentos que possuem pouco açúcar e que são suficientes para manter a sua saúde em dia, como nas frutas e sempre junto com fibras. O que devem ser evitados são os alimentos altamente processados, que em quase todos há açúcar embutido.

Os edulcorantes são uma substância orgânica, que tem a função de oferecer sabor doce aos alimentos. Apresentam vantagens como menor risco de obesidade, diabetes e cáries. São considerados edulcorantes naturais o manitol, isomaltitol, maltitol, esteviosídeos, lactitol, xilitol e eritritol.

Há os edulcorantes nutritivos que são chamados de adoçantes calóricos, quando adicionados aos alimentos modificam sua textura e lhe proveem de energia. Portanto, podem substituir o açúcar.

Inseridos nesta categoria de adoçantes, os polióis são os álcoois de açúcares, que são derivados de carboidratos que provêm de frutas, cereais, vegetais, plantas, etc. Ao compará-los com o açúcar, como são pouco absorvidos pelo organismo, fornecem menos calorias e nível glicêmico mais baixo ao serem ingeridos. Além de serem absorvidos de forma mais lenta.

Essa é a vantagem dos polióis. Eles podem ser substituídos por quantidade similar ao de  açúcar, mas, o produto da quebra oriundo da metabolização não é totalmente absorvido pelo organismo e, portanto, não fornece calorias.

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https://www.sophiederam.com/br/comportamento-alimentar/excesso-de-acucar/

https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/15782/1/GOS19092019.pdf

Chocolate na dieta: pode?

Chocolate na dieta: pode?

Que todo mundo é fã de chocolate não é novidade para ninguém.

O chocolate por muito tempo foi considerado o vilão de qualquer dieta, o que causava desespero para aqueles que não conseguem excluí-lo da alimentação.

Mas, se você, assim como essas pessoas, não vive sem um chocolate, tranquilize-se. Essa ideia de que dieta e chocolate não combinam, já passou. Acredite, depende apenas da escolha do chocolate certo e a quantidade ideal a ser consumida diariamente. Seguindo corretamente as orientações, ele pode ser consumido sem peso na consciência, pois ele pode sim ser incluído na sua dieta sem que lhe engorde e você ainda pode desfrutar de todos os outros benefícios do chocolate.

Ficou curioso para saber mais sobre a inclusão do chocolate na dieta? Então, acompanhe o artigo de hoje.

O chocolate na dieta

Os nutricionistas afirmam que o chocolate deixou de ser o grande vilão das dietas e pode ser incluído nos programas alimentares e estilos de vida saudáveis. O que é um alívio para todos nós que não abrimos mão de um chocolate, mas precisamos manter hábitos alimentares saudáveis e ainda manter o peso ideal.

Nutricionistas afirmam que há pesquisas que associam o consumo de chocolate à perda de peso. Isso porque as sementes do cacau são ricas dos principais compostos fenólicos que são os taninos e flavonóides. Dentre os flavonóides presentes, os flavonóis são os mais abundantes e têm ação antioxidante. Os ácidos fenólicos são responsáveis pela ação emagrecedora porque têm influência na produção da leptina, que é o hormônio da saciedade, auxiliando na queima de calorias, além da ação antioxidante que ajudam a prevenir o acúmulo de gordura nas células.

Estudos científicos: benefícios do chocolate verdadeiro 

Um estudo realizado pela Universidade da Califórnia concluiu que pessoas que comem chocolate por mais vezes são mais magras do que as que o consomem raramente. O estudo associou as calorias presentes no chocolate como uma fonte poderosa de energia, que possibilita o corpo trabalhar mais. Portanto, os resultados dessa pesquisa demonstraram que aqueles que comiam mais frequentemente chocolates apresentaram o IMC (Índice de Massa Corpórea) menor do que aqueles que não o consumiam com tanta frequência. Logo, concluiu-se que as substâncias presentes no chocolate aceleram o metabolismo. 

Os polifenóis no chocolate  têm propriedades antioxidantes e são candidatos a apoiar associações favoráveis ​​de chocolate com fatores metabólicos. Ainda é relatado na pesquisa que a epicatequina derivada do cacau aumenta especificamente a biogênese mitocondrial e a capilaridade, o desempenho muscular e a massa muscular magra, reduzindo o peso sem alterar as calorias. 

O chocolate amargo emagrece

Então, consumir o chocolate ajuda a acelerar o metabolismo e consequentemente auxilia na perda de peso. Na verdade esse é um dos grandes benefícios do chocolate: acelerar o metabolismo. E isso contribui para queimar gordura. Isso ocorre principalmente porque o chocolate amargo contém gorduras monoinsaturadas que têm a capacidade de estimular o organismo a utilizar mais energia proveniente dos estoques de gordura.

Por isso, é fundamental que tenhamos uma dieta balanceada, para que o nosso corpo seja obrigado a mobilizar os estoques de gordura para serem convertidos em combustível para as células. E, ainda, possui um grande impacto na maneira como o organismo sintetiza os ácidos graxos (gorduras), pois tem o poder de reduzir a digestão e absorção de gorduras e carboidratos.

Entretanto, todos os estudos alertam que não é qualquer chocolate que pode ser incluído na dieta e muito menos podemos ingerir quantidades exageradas.

É muito importante ressaltar que para que possamos desfrutar da inclusão dos chocolates na nossa dieta e aproveitarmos os benefícios que ele tem a nos oferecer, precisamos optar pelos produtos mais puros possíveis e de boa qualidade. O chocolate amargo é o mais adequado, pois possui maior concentração de cacau e menor quantidade de açúcar. Além disso, é recomendada a ingestão de no máximo 30 gramas por dia. Nada de exageros.

A escolha certa do chocolate 

Portanto, a inclusão de antioxidantes na dieta é de grande importância e o chocolate é rico dessas substâncias. Mas, para aproveitarmos disso, é essencial escolhermos aqueles chocolates com no mínimo 70% de cacau na fórmula. Quanto maior a quantidade de cacau, mais benefícios terá para a nossa saúde.

É importante salientar que além de contribuir para o emagrecimento, o cacau, consequentemente o chocolate, possui vários outros benefícios essenciais para nossa saúde física e mental, portanto, pode ser incluído na dieta.

O chocolate amargo é rico em minerais, uma das melhores fontes de antioxidantes que existe. Por isso, tem efeito cardioprotetor e prevenção de várias doenças associadas ao estresse oxidativo. Além de possuir magnésio, potássio, cobre, manganês, zinco e selênio.

Esses antioxidantes em nosso organismo evitam problemas no sistema cardiovascular, diminuem o risco de um derrame; melhoram a circulação sanguínea porque auxiliam na restauração da flexibilidade das artérias, ao mesmo tempo em que previne o entupimento.

A ação antioxidante do chocolate amargo ajuda a proteger a pele dos danos causados pelos raios ultravioletas, mas não dispensa o uso do protetor solar. E como melhoram o fluxo do sangue, naturalmente, aliviam o fluxo sanguíneo dos tecidos cutâneos e subcutâneos, aumentando a hidratação da pele.

Os agentes antioxidantes que contém em abundância o chocolate amargo também reduzem os índices de colesterol ruim, o LDL, e aumenta o colesterol bom, o HDL.

Os flavonóides presentes no chocolate amargo fazem bem para o cérebro, pois possuem propriedades anti-inflamatórias, que ajudam na recuperação das lesões. Bem como reduzem a perda de memória, especialmente em idosos.

Os chocolates amargos são ricos em substâncias estimulantes; podem contribuir para a diminuição dos níveis de estresse e inflamações; podem melhorar o humor; a ansiedade; combatem a depressão; o desânimo; aumenta sensação de bem-estar e a imunidade. Previne diabetes já que diminui a resistência à insulina, reduzindo o risco da doença. 

O chocolate amargo é um grande aliado da saúde e, portanto, deve ser incluído na dieta. Mas, não basta consumir apenas o chocolate e achar que ele é o suficiente, até mesmo porque deve ser consumido moderadamente.  É preciso ter uma rotina de hábitos saudáveis, fazer atividade física e ter uma alimentação balanceada.

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http://revistaipc.com.br/nutricao-propriedades-do-chocolate-e-seus-beneficios-pag-20/

https://home.unicruz.edu.br/seminario/anais/anais-2011/saude/EFEITO%20DO%20CHOCOLATE%20AMARGO%20NOS%20N%C3%83%C2%8DVEIS%20LIP%C3%83%C2%8DDICOS%20DE%20RATOS.pdf

http://melaniestefan.net/Bohannon.pdf

https://www.scielo.br/pdf/bjft/v14n3/03.pdf

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4285439/

https://www.revistabula.com/25024-estudos-comprovam-que-chocolate-diminui-o-risco-de-depressao-e-auxilia-no-emagrecimento/

Você sabe o que é dieta low carb e o que comer?

Você sabe o que é dieta low carb e o que comer?

Você tem curiosidade sobre o que é o que é dieta low carb? Frequentemente vemos surgir várias dietas que prometem perda de peso em tempo recorde.

Mas, será que são dietas realmente preocupadas com a sua saúde?

Ainda que a ideia seja perder quilos, não pode ser a qualquer custo. É muito importante considerar uma forma mais saudável possível.

A dieta mais falada nos últimos tempos tem sido a Low Carb.

Dieta Low Carb significa uma dieta com baixa quantidade de carboidrato, com substituições alimentares e cardápios planejados com base em fibras e proteínas. Isso pode parecer radical comparada às dietas tradicionais, mas, com auxílio de um nutricionista na elaboração de um plano alimentar pode ser bastante eficaz, além de saudável.

No artigo de hoje vamos falar um pouco mais sobre a dieta Low Carb. Confira.

O que é dieta low carb?

Robert Atkins era médico cardiologista que na década de 60 desenvolveu o método polêmico para a época, que consistia em uma dieta de redução de ingestão de carboidratos da alimentação, que ficou conhecida por Atkins Nutritional Approach ou Dieta de Atkins.

A Dieta de Atkins foi publicada na década de 70 e ganhou seguidores pelo mundo inteiro. Especialmente, nos dias atuais. Tornando-se uma das dietas Low Carb mais famosa.

Recentemente, uma das dietas Low Carb inspirada na Dieta de Atkins, que ganhou destaque, foi a dieta Dukan lançada pelo médico francês Pierre Dukan, que apesar de algumas adaptações, tem o mesmo objetivo.

De modo geral, a dieta Low Carb é entendida como uma dieta de baixo consumo de carboidrato.

Entretanto, estudos apontam que o termo não é apenas uma dieta, é um conceito bem abrangente e que, portanto, consiste em vários tipos de dietas desde que tenham como proposta a baixa ingestão de carboidratos.

A Associação Brasileira Lowcarb afirma que o tempo é um espectro, justamente porque a dieta pode variar da mais severa restrição a mais moderada.

Por que a dieta consiste em pouca ingestão de carboidrato?

É importante compreender que os carboidratos estimulam o acúmulo de gordura. Quando ingerimos alimentos ricos em carboidratos, esses alimentos são automaticamente convertidos em glicose em nosso organismo. Para tentar reduzir os altos níveis de açúcar, o nosso corpo libera insulina.

Ao invés de queimar a gordura, ele transforma o açúcar em gordura e acelera o estoque de gordura. E mesmo reduzindo a quantidade de açúcar no sangue, ainda teremos insulina circulando. E isso impossibilita a conversão desta gordura em energia e o nosso corpo estando em baixo nível energético, ele pede por mais comida. E comendo mais, engordamos mais ainda.

Daí a importância de uma alimentação que priorize a ingestão de alimentos de baixa quantidade de carboidratos, pois eles evitam uma alteração maior da insulina. Isso aliado a uma alimentação rica em fibras e proteínas torna a liberação do hormônio glucagon, importante no auxílio da queima de gordura estocada em nosso organismo, mais eficaz.

Por isso, a dieta low carb propõe a redução de carboidratos. De acordo com os estudos, se reduzirmos até 40% do que ingerimos ao dia, e controlarmos proteína e principalmente a gordura, é possível emagrecer. E se reduzirmos 10 % e melhorarmos o que consumimos diariamente, teremos bons resultados, mas principalmente estaremos reeducando a nossa  alimentação, o que é fundamental para quem deseja ter uma vida saudável.

Assim, com a dieta Low Carb, segundo especialistas, ao alimentarmos melhor aumentando a ingestão de proteínas e de gordura boa, estaremos contribuindo para a redução da inflamação do organismo e combatendo a retenção de líquidos.

O propósito da dieta é que nos alimentemos de “comida de verdade”, pois até mesmo produtos industrializados são extintos do plano de alimentação. A base da alimentação passa a ser de legumes e vegetais, considerados alimentos mais densos pelos nutricionistas, e posteriormente, as proteínas; quanto às gorduras, somente as de fonte natural.

Como fazer a dieta Low Carb 

Como a dieta Low Carb consiste na redução de consumo de carboidratos, o primeiro passo é eliminar carboidratos simples como açúcar, farinha refinada, refrigerantes e doces. A partir daí, dependendo dos seus objetivos e da orientação profissional, podem ser restringidos o consumo de carboidratos complexos, como pão, aveia, arroz ou macarrão, por exemplo. 

Os estudos avaliam que a quantidade de carboidrato a ser restrita varia conforme o metabolismo de cada pessoa. Entretanto, é fato que diariamente consumimos uma quantidade grande de alimentos com alto teor glicêmico. Por essa razão, a adoção de hábitos alimentares com baixo consumo de carboidratos deve ser progressiva, para que o nosso corpo se acostume com a nova rotina e não sinta efeitos colaterais como dores de cabeça, tonturas ou alterações no humor.

E para evitar tais efeitos colaterais e a sensação de fome é fundamental nos alimentarmos ao longo do nosso dia, fazer corretamente as três refeições principais e mais dois lanches.

É muito importante e essencial ter o acompanhamento profissional. O nutricionista deverá fazer o plano alimentar conforme as necessidades específicas de cada pessoa e conferir se há indicação desse tipo de dieta para cada caso. Portanto, não invente fazê-la sem orientação, isso pode acarretar problemas ao invés benefícios.

Benefícios da dieta Low Carb 

A ABLC afirma que a dieta Low Carb é, sobretudo, uma “intervenção terapêutica extremamente eficaz no controle e reversão de doenças associadas à resistência à insulina”. Segundo a associação existem evidências de que esse tipo de dieta pode intervir principalmente na prevenção do diabetes tipo 2.

O que ocorre é que, quanto mais carboidratos ingerimos, maior é o índice glicêmico no sangue e consequentemente o de insulina. Quanto mais insulina em nosso corpo, mais resistente a ela o nosso organismo fica e de mais insulina vamos precisar. Assim, aumentando o risco de resistência à insulina há chances de evolução para diabetes tipo 2. Então, ao adotarmos a dieta Low Carb estamos intervindo para a prevenção e controle da doença do diabetes.

As fibras são excelentes fontes de carboidrato que, aliadas às proteínas e às gorduras naturais, prolongam o tempo que o alimento fica no organismo e ao chegar no intestino reduz a velocidade de absorção de glicose, evitando, assim, alterações de insulina, proporcionando saciedade.

Se consumido de forma adequada, os carboidratos podem ser aliados na perda de peso. Basta substituir por aqueles com índice glicêmico baixo ou moderado que auxiliam na queima do estoque de gordura no organismo.

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Referências

https://drbarakat.com.br/low-carb-entenda-o-que-e-este-conceito-e-seus-beneficios/

https://www.tuasaude.com/dieta-low-carb/

https://www.ablc.org.br/alimentacao-low-carb-apresentacao/

https://saude.abril.com.br/alimentacao/dieta-low-carb-vale-a-pena/

https://www.minhavida.com.br/alimentacao/tudo-sobre/17486-dieta-low-carb

https://globoesporte.globo.com/eu-atleta/nutricao/noticia/dieta-low-carb-como-funciona-e-o-que-comer-confira-dicas-e-um-cardapio-semanal.ghtml

O que é terroir e como é usado na produção de chocolate

O que é terroir e como é usado na produção de chocolate

O conceito Terroir está presente nos vinhos assim como em chocolates. Agora, que tal saber o que é terroir e como é usado na produção de chocolate?

Mas, você sabe o que é Terroir?

O termo é francês e não há uma tradução que possa defini-lo. Entretanto, isso não muda a sua importância para caracterizar chocolates ou vinhos.

Terroir pode ser entendido como um conjunto de informações adquiridas pelo cacau, desde a localização geográfica, qualidade do manejo, até a fabricação da barra, que podem indicar características sensoriais no chocolate. 

Quer entender melhor esse conceito? Confira neste artigo o porquê é tão importante saber quais as regiões de onde vem o cacau do chocolate que comemos.

O que terroir?

Terroir é uma das palavras mais usadas no mundo dos vinhos, mas pouco  conhecida no mundo dos chocolates.  

Como dissemos antes, não há uma palavra traduzida que defina terroir. E, por isso, muitas vezes o termo é definido de modo mais genérico como regionalidade ou mesmo a tipicidade de terrenos. Mas não se confunda, é bem mais além e complexo que isso.   

É um conjunto de fatores como topografia, geologia, pedologia, drenagem, clima, microclima, castas, intervenção humana, cultura, história, tradição. Todos eles juntos, somados.

O termo remete ao espaço no qual se desenvolve as interações entre o ambiente físico e biológico, a fim de proporcionar características distintas aos produtos originários deste espaço.

Dessa relação mais íntima entre o solo e o microclima particular que surge um tipo específico de uva, por exemplo, que expressa livremente sua qualidade, tipicidade e identidade em um grande vinho. Tal qual um bom vinho, o cacau carrega características do terroir, que podem ser evidenciadas no chocolate.

O terroir e o chocolate

Do mesmo modo que as uvas, o sabor do cacau é fortemente influenciado pelo meio ambiente onde é produzido, imprimindo identidade de origem. Todos os fatores ambientais aliados aos tratos do cacaueiro, a forma de colheita do fruto, a fermentação e a secagem das amêndoas, tudo isso influencia decisivamente no sabor do chocolate.

O terroir do cacau do Sul da Bahia, por exemplo, resulta em chocolates que têm aromas frutados, que remetem a banana. É produzido em meio à mata atlântica, no sistema cabruca.

Minas Gerais conta com a fabricação de chocolates feitos com cacau cultivado por agricultores da região do Vale do Rio Doce. Apesar da dedicação ao cultivo do fruto, a produção ainda é tímida. 

O terroir do cacau mineiro traz uma acidez equilibrada e notas de caramelo ao chocolate. Além disso, a produção  de  chocolates bean to bar, por ser um processo lento, cuidadoso e a baixas temperaturas, permite conservar os nutrientes, agregando benefícios para a saúde do consumidor. 

Chocolates com alto teor de cacau produzidos com cacau de qualidade superior são menos amargos e mais palatáveis, portanto  possibilitam receitas com menos açúcares. logo, ao ingerir maior quantidade de cacau, é possível aproveitar  mais os nutrientes deste fruto, que é rico em antioxidantes e ferro, por exemplo.

O cacau proveniente da Floresta Amazônica contém notas florais e adocicadas. Apresentam notas mais marcantes de castanha e de jasmim, muito baixa acidez e adstringência.

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http://www.meuterroir.com/chocolate-da-bahia-fazenda-yrere/

https://www.canastrapremium.com.br/pagina-de-produto/bean-to-bar-81-cacau-rio-juru%C3%A1

https://paladar.estadao.com.br/noticias/comida,para-entra-no-mercado-de-chocolate-de-origem-confira-cinco-marcas,10000080394

https://www.em.com.br/app/noticia/agropecuario/2019/04/29/interna_agropecuario,1049672/minas-tambem-produz-cacau.shtml

http://www.annobon-chocolate.com/blog/2016/5/11/terroir

https://revistaadega.uol.com.br/artigo/voce-sabe-qual-o-significado-de-terroir_2655.html

Quais são os benefícios do chocolate amargo?

Quais são os benefícios do chocolate amargo?

Quem não ama chocolate? Ele pode ser amargo, meio amargo, ao leite, branco, enfim, é um alimento realmente irresistível! Conheça os benefícios do chocolate amargo neste post.

Além de ser uma delícia, o chocolate é rico em nutrientes e substâncias que fazem muito bem à nossa saúde. Mas, fique atento, somente o chocolate de verdade, aquele sem adição de ingredientes desnecessários e com alto teor de cacau, pode trazer muitos benefícios.

Ele é muitas vezes considerado o vilão das dietas, mas porque são geralmente  feitos  com excesso de açúcar, aromatizantes, conservantes  e outros aditivos  não benéficos à saúde. Se for consumido um chocolate de melhor qualidade, e moderadamente você poderá aliar prazer a qualidade de vida.

Quer saber mais sobre os benefícios do chocolate? Então, continue a ler esse artigo.

Benefícios do chocolate amargo

Há tempos a ciência descobriu que o chocolate exerce forte influência no nosso corpo e mente. Mas, para que tenhamos os efeitos positivos desse alimento, é importante que ele seja produzido com pelo menos 70% de cacau e que o cacau seja de boa qualidade.

Assim, aqueles chocolates processados com excesso de açúcar e gorduras anulam os benefícios do cacau. O chocolate de boa qualidade é produzido somente com cacau, açúcar, manteiga de cacau, ele é cuidadosamente processado com receitas bem balanceadas a fim de evidenciar as características do cacau utilizado. 

Então, para aproveitarmos todas as propriedades de saúde dos chocolates, devemos optar por um produto mais puro possível e de melhor qualidade. Contudo, os chocolates amargo ou semi amargo são os indicados para esse propósito, eles têm maior quantidade de cacau e o menor teor de açúcar. Mas, isso não significa que podemos comer exageradamente, no máximo 30g diariamente são suficientes para a nossa saúde e humor.

 O chocolate amargo é uma excelente fonte de magnésio e potássio, por isso tem efeito cardioprotetor. Além disso, cobre, ferro, manganês, zinco e selênio também estão presentes, porém, em quantidades menores.

A manteiga de cacau, adicionada ao chocolate para dar consistência, apesar de gordurosa, é composta por gordura saudável como o ácido oleico, o ácido esteárico e o ácido palmítico. São gorduras que não afetam o colesterol ruim e auxiliam no aumento do HDL, o colesterol bom. Além de conter compostos fenólicos, antioxidantes e minerais.

As propriedades antioxidantes dos polifenóis ou compostos fenólicos têm papel fundamental na prevenção de várias doenças associadas ao estresse oxidativo.

Esses antioxidantes em nosso organismo evitam problemas no sistema cardiovascular; diminui a resistência à insulina, reduzindo o risco de diabetes; aumentam o fluxo sanguíneo e previne até mesmo o envelhecimento.

Os flavonóides, que são encontrados em alta concentração no cacau, tem ação antiinflamatória e antioxidante, por isso, a ingestão diária de chocolate amargo de qualidade, na quantidade certa, além de reduzir o risco de doenças cardiovasculares, proporciona melhora do fluxo sanguíneo, reduz a pressão arterial e melhora os níveis de colesterol ruim. 

Estudos indicam que os polifenóis e flavonóides encontrados no chocolate têm função protetora da mucosa intestinal, prevenindo a proliferação de células cancerígenas na região.

O chocolate é rico em substâncias estimulantes, os alcalóides: cafeína e teobromina. Essas substâncias estimulam o sistema nervoso, melhorando a concentração e aumentando a energia, dando mais disposição para a prática das atividades diárias. 

Pesquisa aponta que o chocolate pode contribuir para a diminuição dos níveis de estresse e inflamações, pode melhorar o humor, a memória e a imunidade. 

O chocolate é rico em substâncias que liberam endorfinas, que melhoram o humor e a ansiedade e ainda combatem a depressão e o desânimo. Concentra outras substâncias, como triptofano, teobromina, feniletilamina, fenilalanina e tirosina, que reforçam a sensação de bem-estar.

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Referências:

https://www.dw.com/pt-br/os-efeitos-do-chocolate-sobre-o-corpo-e-a-mente/a-19156835

http://revistaipc.com.br/nutricao-propriedades-do-chocolate-e-seus-beneficios-pag-20/

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/03/consumir-chocolate-diariamente-pode-fazer-bem-para-o-coracao.html

https://super.abril.com.br/saude/chocolate-12-boas-e-mas-noticias-para-sua-saude/

https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistahupe/article/viewFile/8864/6747

https://news.llu.edu/for-journalists/press-releases/new-studies-show-dark-chocolate-consumption-reduces-stress-and-inflammation-while-improving-memory-immunity-and-mood