Saiba mais sobre o chocolate vegano

Saiba mais sobre o chocolate vegano

Já imaginou como seria poder se deliciar com um doce sabendo que, além de saudável ele é sustentável? Pois você pode experimentar essa sensação saboreando o famoso chocolate vegano.

Primeiramente, vamos esclarecer o seguinte: o termo vegano vai além de uma alimentação plant based, é um estilo de vida. 

Segundo a The Vegan Society, a entidade vegana mais antiga do mundo, “o veganismo é uma forma de viver que busca excluir, na medida do possível e do praticável, todas as formas de exploração e crueldade contra animais, seja para a alimentação, para o vestuário ou para qualquer outra finalidade. Dos veganos junk food aos veganos crudívoros — e todos mais entre eles — há uma versão do veganismo para todos os gostos. No entanto, uma coisa que todos nós temos em comum é uma dieta baseada em vegetais, livre de todos os alimentos de origem animal, como: carne, laticínios, ovos e mel, bem como produtos como couro e qualquer produtos testado em animais”.

Aqui neste artigo, vamos falar especificamente dos chocolates veganos. Continue com a gente para saber mais sobre suas vantagens e benefícios!

Do que o chocolate vegano é feito?

Antes de te contar a base de ingredientes do chocolate vegano, segue para vocês uma listinha dos componentes que não fazem parte dele:

  • Leite;
  • Mel;
  • Albumina;
  • Glicerina.

Todos esses itens são de origem animal, portanto estão fora da receita.

O chocolate vegano também é feito a partir do cacau — ou da massa do cacau — e normalmente, a partir de 40%, a porcentagem desse ingrediente é indicada na embalagem.

Para completar a receita, alguns outros ingredientes podem ser utilizados, como:

  • Manteiga de cacau;
  • Manteiga de amêndoas;
  • Lecitina de girassol;

Na hora de adoçar existem várias opções: açúcar demerara, xilitol e eritritol são algumas delas. Logo, para quem não gosta muito do sabor docinho, é só procurar as opções com mais cacau. Já que quanto mais cacau, mais amargo o sabor, além disso, existem até os chocolates 100% cacau!

Mas não pense que, só por serem veganos, os chocolates serão “sem graça”. Veja estas receitas feita com chocolate quente vegano ou este fondue de chocolate vegano, por exemplo! Na Java Chocolates todos os produtos são veganos e há uma variedade incrível de sabores, como: chocolate branco vegano, chocolate crocante, chocolate com caramelo, entre muitas outras opções.

Possivelmente você deve estar pensando: “hmmm, muito legal isso, de não usar ingredientes de origem animal, mas você disse lá no começo que ele eram saudáveis e sustentáveis. Não entendi muito bem como isso se aplica.”

Siga lendo o artigo para descobrir!

Quais os benefícios do chocolate vegano?

Uma das primeiras coisas que podemos notar na hora de comprar o chocolate comum com o chocolate vegano, é a diferença na lista de ingredientes, veja o exemplo abaixo:

  • Chocolate ao leite: Açúcar, leite em pó integral, massa de cacau, manteiga de cacau, soro de leite em pó, gordura vegetal, gordura de manteiga desidratada, emulsificante lecitina de soja e poliglicerol polirricinoleato e aromatizante.
  • Chocolate 70% cacau da Java: Massa de cacau, açúcar e manteiga de cacau.

Como podemos ver há uma enorme diferença na quantidade de ingredientes dos dois chocolates. Inclusive, pode perguntar para qualquer nutricionista: quanto menos ingredientes um produto tem, mais natural ele é.

Outro ponto para ser observado é o primeiro ingrediente da lista (os ingredientes aparecem em sua ordem de quantidade no produto); no chocolate ao leite tem mais açúcar que cacau, inclusive, a massa de cacau é apenas o terceiro ingrediente da lista.

Além de ser mais natural, ter menos gordura e ser mais nutritivo, o chocolate vegano, por ter mais cacau em sua composição (a partir de 70%) também trás consigo os benefícios do chocolate, como:

  • combate ao colesterol;
  • ajuda na prevenção da anemia;
  • auxilia na regulagem do intestino;
  • reduz o risco de desenvolver diabetes;
  • diminui a pressão.

Ademais, há os benefícios relacionados à sustentabilidade, que vamos elencar a seguir.

Por que o chocolate vegano é mais sustentável?

Há duas grandes razões para considerarmos o chocolate vegano mais sustentável que seus irmãos com produtos de origem animal.

Em primeiro lugar, há um menor uso de recursos naturais. Segunda a Water Footprint Network, para produzir um copo de 250 ml de leite, são gastos aproximadamente 255 litros de água. Já em um chocolate vegano, este gasto com a água já foi economizado.

Em segundo lugar, o movimento vegano vai muito além da alimentação, conforme explicamos lá no comecinho do texto. Então, para o chocolate ser considerado realmente vegano, é necessário haver todo um cuidado em sua cadeia de produção.

Isso visa garantir que a produção de cacau seja livre de exploração infantil e animal, além de não suportar trabalho escravo (infelizmente ainda existem pessoas que trabalham praticamente em condição de escravidão).

Uma boa forma de garantir que o seu chocolate vegano possui essa preocupação com a cadeia de produção é consumir de marcas com produção artesanal.

Como os pequenos produtores compram em menor quantidade, têm a possibilidade de manter um contato mais próximo com as fazendas de cacau, podendo observar de perto todo o seu trabalho. 

Outra vantagem de se comprar em menor quantidade é que fica mais fácil comprar um cacau de maior qualidade, o que deixa o produto final ainda mais saboroso.

Quando você for comprar seu chocolatinho vegano, se lembre dessas informações… Com certeza, ele vai ficar mais gostoso ainda!

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Referências:

https://www.sejavegano.com.br/

https://www.tuasaude.com/cacau/

https://www.javachocolates.com.br/blog/o-longo-caminho-em-direcao-a-sustentabilidade/

Dieta Plant based: o novo conceito de alimentação

Dieta Plant based: o novo conceito de alimentação

A cada dia que passa, novos conceitos e dietas surgem com o objetivo de te ajudar a ter um corpo e uma vida mais saudável. Um desses novos conceitos que têm estado em alta é a dieta plant based, que pode ser resumida em: menos produtos que vem em pacotes, mais produtos que vem da natureza.

Esse é um grande atrativo dessa linha de alimentação pois, além de ajudar na sua saúde, ao adotá-la você também agrega impactos positivos ao meio-ambiente.

Quer saber mais sobre esse conceito de alimentação tão comentado por aí? Continue com a gente que vamos te contar tudo o que você precisa saber!

O que é dieta plant based?

A tradução do termo é a seguinte: a base de plantas. Ou seja, esse novo conceito de alimentação sugere uma alimentação mais natural, que evita alimentos industrializados e processados, dando prioridade aos produtos que vem da natureza, de origem vegetal.

É uma alimentação rica em:

  • Oleaginosas;
  • Leguminosas;
  • Tubérculos;
  • Grãos integrais;
  • Frutas;
  • Hortaliças;
  • Gorduras saudáveis de origem vegetal.

Você vai evitar:

  • Alimentos de origem animal;
  • Açúcares;
  • Carboidratos brancos refinados;
  • Embutidos;
  • Fast-food.

Uma dúvida frequente é: “por que evitar alimentos de origem animal, se eles também podem ser saudáveis?”

Além de se preocupar com o valor nutricional dos alimentos, a dieta plant based também considera a origem dos mesmos. Ou seja, priorizar alimentos orgânicos, de pequenos produtores e cruelty free, que significa que não há crueldade na cadeia de produção do alimento.

Dieta plant based e vegana são a mesma coisa?

“Então ao seguir uma alimentação plant based eu estou me tornando vegano?”

Não necessariamente. Existem duas grandes diferenças entre esses tipos de alimentação:

Enquanto para os veganos é proibido consumir produtos de origem animal, não só na alimentação, mas também na hora de se vestir, se maquiar, etc., quem segue a alimentação plant based não tem esse tipo de obrigatoriedade. Aqui o ato de não consumir produtos de origem animal é uma recomendação, deixando à sua escolha.

 Outra diferença entre as duas dietas é o foco principal de cada uma. Como dito acima, o intuito da dieta vegana é parar completamente o consumo de produtos de origem animal. Já na dieta plant based, o objetivo gira em torno, principalmente, da qualidade dos alimentos escolhidos: alimentos que venham da natureza e não dentro de pacotes.

Quais os benefícios da alimentação plant based para a saúde?

Quando uma dieta é focada no consumo de alimentos naturais, é lógico pensar que trará benefícios em relação à sua saúde. 

Algumas dessas vantagens:

Além disso, por conta da diminuição radical de açúcares, alimentos processados e refinados, existem grandes chances de emagrecimento ao adotar essa dieta. 

Mas lembre-se de que, não importa qual seja seu objetivo estético (emagrecer ou manter o peso), para se manter saudável é necessário uma alimentação equilibrada e sem excessos, independentemente do tipo de alimentação que escolher.

 

Quais os benefícios da alimentação plant based para o meio-ambiente?

Adotar uma alimentação majoritariamente plant based pode ter diversos impactos positivos para o meio ambiente. Segundo o documentário Cowspiracy: The Sustainability Secret, ao aderir essa dieta, você colabora com a diminuição da emissão de gases de efeito estufa, além de diminuir consideravelmente o gasto de água e terra que seriam utilizados com a pecuária. 

Além disso, você também colabora com a diminuição do desmatamento.

“Como esses assuntos podem estar relacionados?” 

Bom, para conseguir espaço para o gado e para a produção da sua ração, grandes áreas precisam ser desmatadas. No documentário é possível ver como a quantidade de recursos incluindo espaço utilizados por pessoa vai diminuindo proporcionalmente ao consumo de carne.

E o mais legal de tudo: não é apenas excluindo esse tipo de alimento 100% da sua vida que você ajuda o meio-ambiente. Segundo o movimento Segunda sem carne, que visa eliminar alimentos de origem animal neste dia da semana, em 2017 foram economizados 57 bilhões de litros de água, 500 milhões de m² de terra, entre outros benefícios. E isso apenas no Brasil.

Como aplicar a alimentação plant based no dia a dia?

Pode parecer que não, mas é bem simples trazer esse estilo de alimentação para a sua rotina.

Pense em, aos poucos, ir substituindo os alimentos que você costuma comprar pelos da dieta plant based, por exemplo: trocar o arroz branco por arroz integral, as proteínas de origem animal por proteínas de origem vegetal cogumelos, tofu, grão-de-bico e ervilha são algumas opções — o lanche da tarde por frutas e oleaginosas e assim por diante.

Outra dica é prestar atenção às tabelas nutricionais dos produtos que for comprar. Tem poucos ingredientes e estes são de origem vegetal? Então é uma boa opção para a sua dieta. 

Por exemplo, o chocolate vegano da Java Chocolates é pouco processado, plant based e com uma lista de ingredientes bem enxuta.  Você pode consumir tranquilamente como parte de sua dieta diária sem prejuízos a saúde. 

Viu como não é tão difícil trazer a alimentação plant based para o seu dia a dia? 

Mas lembre-se de procurar um nutricionista para te auxiliar na transição, assim terá certeza de que não faltará nenhum nutriente no seu prato,

Como dissemos lá no começo, a alimentação plant based sugere mudanças nos seu hábitos alimentares e nada está escrito em pedra. Então sinta-se à vontade para adaptá-la da forma que mais fizer sentido com a sua vida. Afinal, a melhor dieta é aquela que conseguimos seguir sem sacrifício, não é mesmo?

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Referências:

https://www.uol.com.br/vivabem/alimentacao/dieta/dieta-plant-based.htm

https://espacoy.com.br/beneficios-da-segunda-sem-carne/#:~:text=promover%20a%20campanha.-,Benef%C3%ADcios%20da%20%E2%80%9CSegunda%20sem%20Carne%E2%80%9D.,carne%20uma%20vez%20por%20semana.&text=Reduzir%20o%20consumo%20de%20carne,artigo%20%E2%80%9C%C3%81gua%20e%20ecoefici%C3%AAncia%E2%80%9D.

Chocolate na dieta: pode?

Chocolate na dieta: pode?

Que todo mundo é fã de chocolate não é novidade para ninguém.

O chocolate por muito tempo foi considerado o vilão de qualquer dieta, o que causava desespero para aqueles que não conseguem excluí-lo da alimentação.

Mas, se você, assim como essas pessoas, não vive sem um chocolate, tranquilize-se. Essa ideia de que dieta e chocolate não combinam, já passou. Acredite, depende apenas da escolha do chocolate certo e a quantidade ideal a ser consumida diariamente. Seguindo corretamente as orientações, ele pode ser consumido sem peso na consciência, pois ele pode sim ser incluído na sua dieta sem que lhe engorde e você ainda pode desfrutar de todos os outros benefícios do chocolate.

Ficou curioso para saber mais sobre a inclusão do chocolate na dieta? Então, acompanhe o artigo de hoje.

O chocolate na dieta

Os nutricionistas afirmam que o chocolate deixou de ser o grande vilão das dietas e pode ser incluído nos programas alimentares e estilos de vida saudáveis. O que é um alívio para todos nós que não abrimos mão de um chocolate, mas precisamos manter hábitos alimentares saudáveis e ainda manter o peso ideal.

Nutricionistas afirmam que há pesquisas que associam o consumo de chocolate à perda de peso. Isso porque as sementes do cacau são ricas dos principais compostos fenólicos que são os taninos e flavonóides. Dentre os flavonóides presentes, os flavonóis são os mais abundantes e têm ação antioxidante. Os ácidos fenólicos são responsáveis pela ação emagrecedora porque têm influência na produção da leptina, que é o hormônio da saciedade, auxiliando na queima de calorias, além da ação antioxidante que ajudam a prevenir o acúmulo de gordura nas células.

Estudos científicos: benefícios do chocolate verdadeiro 

Um estudo realizado pela Universidade da Califórnia concluiu que pessoas que comem chocolate por mais vezes são mais magras do que as que o consomem raramente. O estudo associou as calorias presentes no chocolate como uma fonte poderosa de energia, que possibilita o corpo trabalhar mais. Portanto, os resultados dessa pesquisa demonstraram que aqueles que comiam mais frequentemente chocolates apresentaram o IMC (Índice de Massa Corpórea) menor do que aqueles que não o consumiam com tanta frequência. Logo, concluiu-se que as substâncias presentes no chocolate aceleram o metabolismo. 

Os polifenóis no chocolate  têm propriedades antioxidantes e são candidatos a apoiar associações favoráveis ​​de chocolate com fatores metabólicos. Ainda é relatado na pesquisa que a epicatequina derivada do cacau aumenta especificamente a biogênese mitocondrial e a capilaridade, o desempenho muscular e a massa muscular magra, reduzindo o peso sem alterar as calorias. 

O chocolate amargo emagrece

Então, consumir o chocolate ajuda a acelerar o metabolismo e consequentemente auxilia na perda de peso. Na verdade esse é um dos grandes benefícios do chocolate: acelerar o metabolismo. E isso contribui para queimar gordura. Isso ocorre principalmente porque o chocolate amargo contém gorduras monoinsaturadas que têm a capacidade de estimular o organismo a utilizar mais energia proveniente dos estoques de gordura.

Por isso, é fundamental que tenhamos uma dieta balanceada, para que o nosso corpo seja obrigado a mobilizar os estoques de gordura para serem convertidos em combustível para as células. E, ainda, possui um grande impacto na maneira como o organismo sintetiza os ácidos graxos (gorduras), pois tem o poder de reduzir a digestão e absorção de gorduras e carboidratos.

Entretanto, todos os estudos alertam que não é qualquer chocolate que pode ser incluído na dieta e muito menos podemos ingerir quantidades exageradas.

É muito importante ressaltar que para que possamos desfrutar da inclusão dos chocolates na nossa dieta e aproveitarmos os benefícios que ele tem a nos oferecer, precisamos optar pelos produtos mais puros possíveis e de boa qualidade. O chocolate amargo é o mais adequado, pois possui maior concentração de cacau e menor quantidade de açúcar. Além disso, é recomendada a ingestão de no máximo 30 gramas por dia. Nada de exageros.

A escolha certa do chocolate 

Portanto, a inclusão de antioxidantes na dieta é de grande importância e o chocolate é rico dessas substâncias. Mas, para aproveitarmos disso, é essencial escolhermos aqueles chocolates com no mínimo 70% de cacau na fórmula. Quanto maior a quantidade de cacau, mais benefícios terá para a nossa saúde.

É importante salientar que além de contribuir para o emagrecimento, o cacau, consequentemente o chocolate, possui vários outros benefícios essenciais para nossa saúde física e mental, portanto, pode ser incluído na dieta.

O chocolate amargo é rico em minerais, uma das melhores fontes de antioxidantes que existe. Por isso, tem efeito cardioprotetor e prevenção de várias doenças associadas ao estresse oxidativo. Além de possuir magnésio, potássio, cobre, manganês, zinco e selênio.

Esses antioxidantes em nosso organismo evitam problemas no sistema cardiovascular, diminuem o risco de um derrame; melhoram a circulação sanguínea porque auxiliam na restauração da flexibilidade das artérias, ao mesmo tempo em que previne o entupimento.

A ação antioxidante do chocolate amargo ajuda a proteger a pele dos danos causados pelos raios ultravioletas, mas não dispensa o uso do protetor solar. E como melhoram o fluxo do sangue, naturalmente, aliviam o fluxo sanguíneo dos tecidos cutâneos e subcutâneos, aumentando a hidratação da pele.

Os agentes antioxidantes que contém em abundância o chocolate amargo também reduzem os índices de colesterol ruim, o LDL, e aumenta o colesterol bom, o HDL.

Os flavonóides presentes no chocolate amargo fazem bem para o cérebro, pois possuem propriedades anti-inflamatórias, que ajudam na recuperação das lesões. Bem como reduzem a perda de memória, especialmente em idosos.

Os chocolates amargos são ricos em substâncias estimulantes; podem contribuir para a diminuição dos níveis de estresse e inflamações; podem melhorar o humor; a ansiedade; combatem a depressão; o desânimo; aumenta sensação de bem-estar e a imunidade. Previne diabetes já que diminui a resistência à insulina, reduzindo o risco da doença. 

O chocolate amargo é um grande aliado da saúde e, portanto, deve ser incluído na dieta. Mas, não basta consumir apenas o chocolate e achar que ele é o suficiente, até mesmo porque deve ser consumido moderadamente.  É preciso ter uma rotina de hábitos saudáveis, fazer atividade física e ter uma alimentação balanceada.

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http://revistaipc.com.br/nutricao-propriedades-do-chocolate-e-seus-beneficios-pag-20/

https://home.unicruz.edu.br/seminario/anais/anais-2011/saude/EFEITO%20DO%20CHOCOLATE%20AMARGO%20NOS%20N%C3%83%C2%8DVEIS%20LIP%C3%83%C2%8DDICOS%20DE%20RATOS.pdf

http://melaniestefan.net/Bohannon.pdf

https://www.scielo.br/pdf/bjft/v14n3/03.pdf

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4285439/

https://www.revistabula.com/25024-estudos-comprovam-que-chocolate-diminui-o-risco-de-depressao-e-auxilia-no-emagrecimento/

Você sabe o que é dieta low carb e o que comer?

Você sabe o que é dieta low carb e o que comer?

Você tem curiosidade sobre o que é o que é dieta low carb? Frequentemente vemos surgir várias dietas que prometem perda de peso em tempo recorde.

Mas, será que são dietas realmente preocupadas com a sua saúde?

Ainda que a ideia seja perder quilos, não pode ser a qualquer custo. É muito importante considerar uma forma mais saudável possível.

A dieta mais falada nos últimos tempos tem sido a Low Carb.

Dieta Low Carb significa uma dieta com baixa quantidade de carboidrato, com substituições alimentares e cardápios planejados com base em fibras e proteínas. Isso pode parecer radical comparada às dietas tradicionais, mas, com auxílio de um nutricionista na elaboração de um plano alimentar pode ser bastante eficaz, além de saudável.

No artigo de hoje vamos falar um pouco mais sobre a dieta Low Carb. Confira.

O que é dieta low carb?

Robert Atkins era médico cardiologista que na década de 60 desenvolveu o método polêmico para a época, que consistia em uma dieta de redução de ingestão de carboidratos da alimentação, que ficou conhecida por Atkins Nutritional Approach ou Dieta de Atkins.

A Dieta de Atkins foi publicada na década de 70 e ganhou seguidores pelo mundo inteiro. Especialmente, nos dias atuais. Tornando-se uma das dietas Low Carb mais famosa.

Recentemente, uma das dietas Low Carb inspirada na Dieta de Atkins, que ganhou destaque, foi a dieta Dukan lançada pelo médico francês Pierre Dukan, que apesar de algumas adaptações, tem o mesmo objetivo.

De modo geral, a dieta Low Carb é entendida como uma dieta de baixo consumo de carboidrato.

Entretanto, estudos apontam que o termo não é apenas uma dieta, é um conceito bem abrangente e que, portanto, consiste em vários tipos de dietas desde que tenham como proposta a baixa ingestão de carboidratos.

A Associação Brasileira Lowcarb afirma que o tempo é um espectro, justamente porque a dieta pode variar da mais severa restrição a mais moderada.

Por que a dieta consiste em pouca ingestão de carboidrato?

É importante compreender que os carboidratos estimulam o acúmulo de gordura. Quando ingerimos alimentos ricos em carboidratos, esses alimentos são automaticamente convertidos em glicose em nosso organismo. Para tentar reduzir os altos níveis de açúcar, o nosso corpo libera insulina.

Ao invés de queimar a gordura, ele transforma o açúcar em gordura e acelera o estoque de gordura. E mesmo reduzindo a quantidade de açúcar no sangue, ainda teremos insulina circulando. E isso impossibilita a conversão desta gordura em energia e o nosso corpo estando em baixo nível energético, ele pede por mais comida. E comendo mais, engordamos mais ainda.

Daí a importância de uma alimentação que priorize a ingestão de alimentos de baixa quantidade de carboidratos, pois eles evitam uma alteração maior da insulina. Isso aliado a uma alimentação rica em fibras e proteínas torna a liberação do hormônio glucagon, importante no auxílio da queima de gordura estocada em nosso organismo, mais eficaz.

Por isso, a dieta low carb propõe a redução de carboidratos. De acordo com os estudos, se reduzirmos até 40% do que ingerimos ao dia, e controlarmos proteína e principalmente a gordura, é possível emagrecer. E se reduzirmos 10 % e melhorarmos o que consumimos diariamente, teremos bons resultados, mas principalmente estaremos reeducando a nossa  alimentação, o que é fundamental para quem deseja ter uma vida saudável.

Assim, com a dieta Low Carb, segundo especialistas, ao alimentarmos melhor aumentando a ingestão de proteínas e de gordura boa, estaremos contribuindo para a redução da inflamação do organismo e combatendo a retenção de líquidos.

O propósito da dieta é que nos alimentemos de “comida de verdade”, pois até mesmo produtos industrializados são extintos do plano de alimentação. A base da alimentação passa a ser de legumes e vegetais, considerados alimentos mais densos pelos nutricionistas, e posteriormente, as proteínas; quanto às gorduras, somente as de fonte natural.

Como fazer a dieta Low Carb 

Como a dieta Low Carb consiste na redução de consumo de carboidratos, o primeiro passo é eliminar carboidratos simples como açúcar, farinha refinada, refrigerantes e doces. A partir daí, dependendo dos seus objetivos e da orientação profissional, podem ser restringidos o consumo de carboidratos complexos, como pão, aveia, arroz ou macarrão, por exemplo. 

Os estudos avaliam que a quantidade de carboidrato a ser restrita varia conforme o metabolismo de cada pessoa. Entretanto, é fato que diariamente consumimos uma quantidade grande de alimentos com alto teor glicêmico. Por essa razão, a adoção de hábitos alimentares com baixo consumo de carboidratos deve ser progressiva, para que o nosso corpo se acostume com a nova rotina e não sinta efeitos colaterais como dores de cabeça, tonturas ou alterações no humor.

E para evitar tais efeitos colaterais e a sensação de fome é fundamental nos alimentarmos ao longo do nosso dia, fazer corretamente as três refeições principais e mais dois lanches.

É muito importante e essencial ter o acompanhamento profissional. O nutricionista deverá fazer o plano alimentar conforme as necessidades específicas de cada pessoa e conferir se há indicação desse tipo de dieta para cada caso. Portanto, jamais tente fazê-la sem orientação, isso pode acarretar problemas ao invés benefícios.

Como substituir o açúcar?

A dieta low carb reduz a ingestão de carboidrato, por isso, deve-se reduzir ou eliminar a ingestão de açúcar, que é geralmente consumido em quantidades altas na atual cultura de alimentação.

Uma forma de reduzir é através do uso de adoçantes low carb como o xilitol ou eritritol.

A dieta low carb é bastante estruturada e uma nutricionista pode explicar melhor essas questões a fundo. Veja que existe até chocolate low carb, além de várias sobremesas que entram nessa dieta. Alguns exemplos: chocolate quente low carb e brigadeiro low carb, com algumas adaptações..

Benefícios da dieta Low Carb 

A ABLC afirma que a dieta Low Carb é, sobretudo, uma “intervenção terapêutica extremamente eficaz no controle e reversão de doenças associadas à resistência à insulina”. Segundo a associação existem evidências de que esse tipo de dieta pode intervir principalmente na prevenção do diabetes tipo 2.

O que ocorre é que, quanto mais carboidratos ingerimos, maior é o índice glicêmico no sangue e consequentemente o de insulina. Quanto mais insulina em nosso corpo, mais resistente a ela o nosso organismo fica e de mais insulina vamos precisar. Assim, aumentando o risco de resistência à insulina há chances de evolução para diabetes tipo 2. Então, ao adotarmos a dieta Low Carb estamos intervindo para a prevenção e controle da doença do diabetes.

As fibras são excelentes fontes de carboidrato que, aliadas às proteínas e às gorduras naturais, prolongam o tempo que o alimento fica no organismo e ao chegar no intestino reduz a velocidade de absorção de glicose, evitando, assim, alterações de insulina, proporcionando saciedade.

Se consumido de forma adequada, os carboidratos podem ser aliados na perda de peso. Basta substituir por aqueles com índice glicêmico baixo ou moderado que auxiliam na queima do estoque de gordura no organismo.

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Referências

https://drbarakat.com.br/low-carb-entenda-o-que-e-este-conceito-e-seus-beneficios/

https://www.tuasaude.com/dieta-low-carb/

https://www.ablc.org.br/alimentacao-low-carb-apresentacao/

https://saude.abril.com.br/alimentacao/dieta-low-carb-vale-a-pena/

https://www.minhavida.com.br/alimentacao/tudo-sobre/17486-dieta-low-carb

https://globoesporte.globo.com/eu-atleta/nutricao/noticia/dieta-low-carb-como-funciona-e-o-que-comer-confira-dicas-e-um-cardapio-semanal.ghtml

Quais são os benefícios do chocolate amargo?

Quais são os benefícios do chocolate amargo?

Quem não ama chocolate? Pode ser chocolate amargo, meio amargo, ao leite, branco, enfim, é um alimento realmente irresistível! Conheça os benefícios do chocolate amargo neste post.

Além de ser uma delícia, o chocolate é rico em nutrientes e substâncias que fazem muito bem à nossa saúde. Mas, fique atento, somente o chocolate de verdade, aquele sem adição de ingredientes desnecessários e com alto teor de cacau, pode trazer muitos benefícios.

Ele é muitas vezes considerado o vilão das dietas, mas porque são geralmente  feitos  com excesso de açúcar, aromatizantes, conservantes  e outros aditivos  não benéficos à saúde. Se for consumido um chocolate de melhor qualidade, e moderadamente você poderá aliar prazer a qualidade de vida.

Quer saber mais sobre os benefícios do chocolate? Então, continue a ler esse artigo.

Benefícios do chocolate amargo

Há tempos a ciência descobriu que o chocolate exerce forte influência no nosso corpo e mente. Mas, para que tenhamos os efeitos positivos desse alimento, é importante que ele seja produzido com pelo menos 70% cacau e que o cacau seja chocolate de origem, artesanal, pois usa cacau superior e sem torras em altas temperaturas, mantendo as propriedades benéficas do cacau.

Assim, aqueles chocolates processados com excesso de açúcar e gorduras anulam os benefícios do cacau. O chocolate de boa qualidade é produzido somente com cacau, açúcar, manteiga de cacau, ele é cuidadosamente processado com receitas bem balanceadas a fim de evidenciar as características do cacau utilizado. 

Então, para aproveitarmos todas as propriedades de saúde dos chocolates, devemos optar por um produto mais puro possível e de melhor qualidade. Contudo, apenas o chocolate amargo ou chocolate meio amargo são indicados para esse propósito, eles têm maior quantidade de cacau e o menor teor de açúcar. Mas, isso não significa que podemos comer exageradamente, no máximo 30g diariamente são suficientes para a nossa saúde e humor.

Quais são os componentes benéficos do chocolate amargo?

 O chocolate amargo é uma excelente fonte de magnésio e potássio, por isso tem efeito cardioprotetor. Além disso, cobre, ferro, manganês, zinco e selênio também estão presentes, porém, em quantidades menores.

A manteiga de cacau, adicionada ao chocolate para dar consistência, apesar de gordurosa, é composta por gordura saudável como o ácido oleico, o ácido esteárico e o ácido palmítico. São gorduras que não afetam o colesterol ruim e auxiliam no aumento do HDL, o colesterol bom. Além de conter compostos fenólicos, antioxidantes e minerais.

As propriedades antioxidantes dos polifenóis ou compostos fenólicos têm papel fundamental na prevenção de várias doenças associadas ao estresse oxidativo.

Esses antioxidantes em nosso organismo evitam problemas no sistema cardiovascular; diminui a resistência à insulina, reduzindo o risco de diabetes; aumentam o fluxo sanguíneo e previne até mesmo o envelhecimento.

Os flavonóides, que são encontrados em alta concentração no cacau, tem ação antiinflamatória e antioxidante, por isso, a ingestão diária de chocolate amargo de qualidade, na quantidade certa, além de reduzir o risco de doenças cardiovasculares, proporciona melhora do fluxo sanguíneo, reduz a pressão arterial e melhora os níveis de colesterol ruim. 

Estudos indicam que os polifenóis e flavonóides encontrados no chocolate têm função protetora da mucosa intestinal, prevenindo a proliferação de células cancerígenas na região.

O chocolate é rico em substâncias estimulantes, os alcalóides: cafeína e teobromina. Essas substâncias estimulam o sistema nervoso, melhorando a concentração e aumentando a energia, dando mais disposição para a prática das atividades diárias. 

Importante: chocolates de origem usam cacau de ótima qualidade e com torras que preservam mais estes componentes. Sempre opte por este tipo. Chocolates industrializados costumam utilizar cacau em pó ou cacau com torras extremamente altas.

Pesquisas sobre o chocolate

Pesquisa aponta que o chocolate pode contribuir para a diminuição dos níveis de estresse e inflamações, pode melhorar o humor, a memória e a imunidade. 

O chocolate é rico em substâncias que liberam endorfinas, que melhoram o humor e a ansiedade e ainda combatem a depressão e o desânimo. Concentra outras substâncias, como triptofano, teobromina, feniletilamina, fenilalanina e tirosina, que reforçam a sensação de bem-estar.

Dietas que permitem chocolate

Sempre com cautela, o chocolate entra em algumas dietas. A dieta low carb indica o uso de chocolate amargo de qualidade, em pequenas quantidades, porém, sempre usando os melhores adoçantes low carb, como o xilitol ou eritritol.

Apesar de ter caloria relativamente alta, possui gorduras boas e que promovem a saciedade. Isso é visto como a chave para se ter uma dieta hipocalórica, gerando perda de peso de forma sustentável.

Outras dietas também costumam permitir incluir chocolate. Para isso, é importante sempre consultar uma nutricionista para fazer a prescrição e o acompanhamento.

E aí, viu como o chocolate amargo é um grande aliado a saúde? Receba nossos conteúdos primeiro que todos, assinando nossa newsletter, e acesse nosso site para comprar chocolate online.

 

Referências:

https://www.dw.com/pt-br/os-efeitos-do-chocolate-sobre-o-corpo-e-a-mente/a-19156835

http://revistaipc.com.br/nutricao-propriedades-do-chocolate-e-seus-beneficios-pag-20/

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/03/consumir-chocolate-diariamente-pode-fazer-bem-para-o-coracao.html

https://super.abril.com.br/saude/chocolate-12-boas-e-mas-noticias-para-sua-saude/

https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistahupe/article/viewFile/8864/6747

https://news.llu.edu/for-journalists/press-releases/new-studies-show-dark-chocolate-consumption-reduces-stress-and-inflammation-while-improving-memory-immunity-and-mood