Chocolate na dieta: pode?

Chocolate na dieta: pode?

Que todo mundo é fã de chocolate não é novidade para ninguém.

O chocolate por muito tempo foi considerado o vilão de qualquer dieta, o que causava desespero para aqueles que não conseguem excluí-lo da alimentação.

Mas, se você, assim como essas pessoas, não vive sem um chocolate, tranquilize-se. Essa ideia de que dieta e chocolate não combinam, já passou. Acredite, depende apenas da escolha do chocolate certo e a quantidade ideal a ser consumida diariamente. Seguindo corretamente as orientações, ele pode ser consumido sem peso na consciência, pois ele pode sim ser incluído na sua dieta sem que lhe engorde e você ainda pode desfrutar de todos os outros benefícios do chocolate.

Ficou curioso para saber mais sobre a inclusão do chocolate na dieta? Então, acompanhe o artigo de hoje.

O chocolate na dieta

Os nutricionistas afirmam que o chocolate deixou de ser o grande vilão das dietas e pode ser incluído nos programas alimentares e estilos de vida saudáveis. O que é um alívio para todos nós que não abrimos mão de um chocolate, mas precisamos manter hábitos alimentares saudáveis e ainda manter o peso ideal.

Nutricionistas afirmam que há pesquisas que associam o consumo de chocolate à perda de peso. Isso porque as sementes do cacau são ricas dos principais compostos fenólicos que são os taninos e flavonóides. Dentre os flavonóides presentes, os flavonóis são os mais abundantes e têm ação antioxidante. Os ácidos fenólicos são responsáveis pela ação emagrecedora porque têm influência na produção da leptina, que é o hormônio da saciedade, auxiliando na queima de calorias, além da ação antioxidante que ajudam a prevenir o acúmulo de gordura nas células.

Estudos científicos: benefícios do chocolate verdadeiro 

Um estudo realizado pela Universidade da Califórnia concluiu que pessoas que comem chocolate por mais vezes são mais magras do que as que o consomem raramente. O estudo associou as calorias presentes no chocolate como uma fonte poderosa de energia, que possibilita o corpo trabalhar mais. Portanto, os resultados dessa pesquisa demonstraram que aqueles que comiam mais frequentemente chocolates apresentaram o IMC (Índice de Massa Corpórea) menor do que aqueles que não o consumiam com tanta frequência. Logo, concluiu-se que as substâncias presentes no chocolate aceleram o metabolismo. 

Os polifenóis no chocolate  têm propriedades antioxidantes e são candidatos a apoiar associações favoráveis ​​de chocolate com fatores metabólicos. Ainda é relatado na pesquisa que a epicatequina derivada do cacau aumenta especificamente a biogênese mitocondrial e a capilaridade, o desempenho muscular e a massa muscular magra, reduzindo o peso sem alterar as calorias. 

O chocolate amargo emagrece

Então, consumir o chocolate ajuda a acelerar o metabolismo e consequentemente auxilia na perda de peso. Na verdade esse é um dos grandes benefícios do chocolate: acelerar o metabolismo. E isso contribui para queimar gordura. Isso ocorre principalmente porque o chocolate amargo contém gorduras monoinsaturadas que têm a capacidade de estimular o organismo a utilizar mais energia proveniente dos estoques de gordura.

Por isso, é fundamental que tenhamos uma dieta balanceada, para que o nosso corpo seja obrigado a mobilizar os estoques de gordura para serem convertidos em combustível para as células. E, ainda, possui um grande impacto na maneira como o organismo sintetiza os ácidos graxos (gorduras), pois tem o poder de reduzir a digestão e absorção de gorduras e carboidratos.

Entretanto, todos os estudos alertam que não é qualquer chocolate que pode ser incluído na dieta e muito menos podemos ingerir quantidades exageradas.

É muito importante ressaltar que para que possamos desfrutar da inclusão dos chocolates na nossa dieta e aproveitarmos os benefícios que ele tem a nos oferecer, precisamos optar pelos produtos mais puros possíveis e de boa qualidade. O chocolate amargo é o mais adequado, pois possui maior concentração de cacau e menor quantidade de açúcar. Além disso, é recomendada a ingestão de no máximo 30 gramas por dia. Nada de exageros.

A escolha certa do chocolate 

Portanto, a inclusão de antioxidantes na dieta é de grande importância e o chocolate é rico dessas substâncias. Mas, para aproveitarmos disso, é essencial escolhermos aqueles chocolates com no mínimo 70% de cacau na fórmula. Quanto maior a quantidade de cacau, mais benefícios terá para a nossa saúde.

É importante salientar que além de contribuir para o emagrecimento, o cacau, consequentemente o chocolate, possui vários outros benefícios essenciais para nossa saúde física e mental, portanto, pode ser incluído na dieta.

O chocolate amargo é rico em minerais, uma das melhores fontes de antioxidantes que existe. Por isso, tem efeito cardioprotetor e prevenção de várias doenças associadas ao estresse oxidativo. Além de possuir magnésio, potássio, cobre, manganês, zinco e selênio.

Esses antioxidantes em nosso organismo evitam problemas no sistema cardiovascular, diminuem o risco de um derrame; melhoram a circulação sanguínea porque auxiliam na restauração da flexibilidade das artérias, ao mesmo tempo em que previne o entupimento.

A ação antioxidante do chocolate amargo ajuda a proteger a pele dos danos causados pelos raios ultravioletas, mas não dispensa o uso do protetor solar. E como melhoram o fluxo do sangue, naturalmente, aliviam o fluxo sanguíneo dos tecidos cutâneos e subcutâneos, aumentando a hidratação da pele.

Os agentes antioxidantes que contém em abundância o chocolate amargo também reduzem os índices de colesterol ruim, o LDL, e aumenta o colesterol bom, o HDL.

Os flavonóides presentes no chocolate amargo fazem bem para o cérebro, pois possuem propriedades anti-inflamatórias, que ajudam na recuperação das lesões. Bem como reduzem a perda de memória, especialmente em idosos.

Os chocolates amargos são ricos em substâncias estimulantes; podem contribuir para a diminuição dos níveis de estresse e inflamações; podem melhorar o humor; a ansiedade; combatem a depressão; o desânimo; aumenta sensação de bem-estar e a imunidade. Previne diabetes já que diminui a resistência à insulina, reduzindo o risco da doença. 

O chocolate amargo é um grande aliado da saúde e, portanto, deve ser incluído na dieta. Mas, não basta consumir apenas o chocolate e achar que ele é o suficiente, até mesmo porque deve ser consumido moderadamente.  É preciso ter uma rotina de hábitos saudáveis, fazer atividade física e ter uma alimentação balanceada.

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http://revistaipc.com.br/nutricao-propriedades-do-chocolate-e-seus-beneficios-pag-20/

https://home.unicruz.edu.br/seminario/anais/anais-2011/saude/EFEITO%20DO%20CHOCOLATE%20AMARGO%20NOS%20N%C3%83%C2%8DVEIS%20LIP%C3%83%C2%8DDICOS%20DE%20RATOS.pdf

http://melaniestefan.net/Bohannon.pdf

https://www.scielo.br/pdf/bjft/v14n3/03.pdf

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4285439/

https://www.revistabula.com/25024-estudos-comprovam-que-chocolate-diminui-o-risco-de-depressao-e-auxilia-no-emagrecimento/

Você sabe o que é dieta low carb e o que comer?

Você sabe o que é dieta low carb e o que comer?

Você tem curiosidade sobre o que é o que é dieta low carb? Frequentemente vemos surgir várias dietas que prometem perda de peso em tempo recorde.

Mas, será que são dietas realmente preocupadas com a sua saúde?

Ainda que a ideia seja perder quilos, não pode ser a qualquer custo. É muito importante considerar uma forma mais saudável possível.

A dieta mais falada nos últimos tempos tem sido a Low Carb.

Dieta Low Carb significa uma dieta com baixa quantidade de carboidrato, com substituições alimentares e cardápios planejados com base em fibras e proteínas. Isso pode parecer radical comparada às dietas tradicionais, mas, com auxílio de um nutricionista na elaboração de um plano alimentar pode ser bastante eficaz, além de saudável.

No artigo de hoje vamos falar um pouco mais sobre a dieta Low Carb. Confira.

O que é dieta low carb?

Robert Atkins era médico cardiologista que na década de 60 desenvolveu o método polêmico para a época, que consistia em uma dieta de redução de ingestão de carboidratos da alimentação, que ficou conhecida por Atkins Nutritional Approach ou Dieta de Atkins.

A Dieta de Atkins foi publicada na década de 70 e ganhou seguidores pelo mundo inteiro. Especialmente, nos dias atuais. Tornando-se uma das dietas Low Carb mais famosa.

Recentemente, uma das dietas Low Carb inspirada na Dieta de Atkins, que ganhou destaque, foi a dieta Dukan lançada pelo médico francês Pierre Dukan, que apesar de algumas adaptações, tem o mesmo objetivo.

De modo geral, a dieta Low Carb é entendida como uma dieta de baixo consumo de carboidrato.

Entretanto, estudos apontam que o termo não é apenas uma dieta, é um conceito bem abrangente e que, portanto, consiste em vários tipos de dietas desde que tenham como proposta a baixa ingestão de carboidratos.

A Associação Brasileira Lowcarb afirma que o tempo é um espectro, justamente porque a dieta pode variar da mais severa restrição a mais moderada.

Por que a dieta consiste em pouca ingestão de carboidrato?

É importante compreender que os carboidratos estimulam o acúmulo de gordura. Quando ingerimos alimentos ricos em carboidratos, esses alimentos são automaticamente convertidos em glicose em nosso organismo. Para tentar reduzir os altos níveis de açúcar, o nosso corpo libera insulina.

Ao invés de queimar a gordura, ele transforma o açúcar em gordura e acelera o estoque de gordura. E mesmo reduzindo a quantidade de açúcar no sangue, ainda teremos insulina circulando. E isso impossibilita a conversão desta gordura em energia e o nosso corpo estando em baixo nível energético, ele pede por mais comida. E comendo mais, engordamos mais ainda.

Daí a importância de uma alimentação que priorize a ingestão de alimentos de baixa quantidade de carboidratos, pois eles evitam uma alteração maior da insulina. Isso aliado a uma alimentação rica em fibras e proteínas torna a liberação do hormônio glucagon, importante no auxílio da queima de gordura estocada em nosso organismo, mais eficaz.

Por isso, a dieta low carb propõe a redução de carboidratos. De acordo com os estudos, se reduzirmos até 40% do que ingerimos ao dia, e controlarmos proteína e principalmente a gordura, é possível emagrecer. E se reduzirmos 10 % e melhorarmos o que consumimos diariamente, teremos bons resultados, mas principalmente estaremos reeducando a nossa  alimentação, o que é fundamental para quem deseja ter uma vida saudável.

Assim, com a dieta Low Carb, segundo especialistas, ao alimentarmos melhor aumentando a ingestão de proteínas e de gordura boa, estaremos contribuindo para a redução da inflamação do organismo e combatendo a retenção de líquidos.

O propósito da dieta é que nos alimentemos de “comida de verdade”, pois até mesmo produtos industrializados são extintos do plano de alimentação. A base da alimentação passa a ser de legumes e vegetais, considerados alimentos mais densos pelos nutricionistas, e posteriormente, as proteínas; quanto às gorduras, somente as de fonte natural.

Como fazer a dieta Low Carb 

Como a dieta Low Carb consiste na redução de consumo de carboidratos, o primeiro passo é eliminar carboidratos simples como açúcar, farinha refinada, refrigerantes e doces. A partir daí, dependendo dos seus objetivos e da orientação profissional, podem ser restringidos o consumo de carboidratos complexos, como pão, aveia, arroz ou macarrão, por exemplo. 

Os estudos avaliam que a quantidade de carboidrato a ser restrita varia conforme o metabolismo de cada pessoa. Entretanto, é fato que diariamente consumimos uma quantidade grande de alimentos com alto teor glicêmico. Por essa razão, a adoção de hábitos alimentares com baixo consumo de carboidratos deve ser progressiva, para que o nosso corpo se acostume com a nova rotina e não sinta efeitos colaterais como dores de cabeça, tonturas ou alterações no humor.

E para evitar tais efeitos colaterais e a sensação de fome é fundamental nos alimentarmos ao longo do nosso dia, fazer corretamente as três refeições principais e mais dois lanches.

É muito importante e essencial ter o acompanhamento profissional. O nutricionista deverá fazer o plano alimentar conforme as necessidades específicas de cada pessoa e conferir se há indicação desse tipo de dieta para cada caso. Portanto, jamais tente fazê-la sem orientação, isso pode acarretar problemas ao invés benefícios.

Como substituir o açúcar?

A dieta low carb reduz a ingestão de carboidrato, por isso, deve-se reduzir ou eliminar a ingestão de açúcar, que é geralmente consumido em quantidades altas na atual cultura de alimentação.

Uma forma de reduzir é através do uso de adoçantes low carb como o xilitol ou eritritol.

A dieta low carb é bastante estruturada e uma nutricionista pode explicar melhor essas questões a fundo. Veja que existe até chocolate low carb, além de várias sobremesas que entram nessa dieta. Alguns exemplos: chocolate quente low carb e brigadeiro low carb, com algumas adaptações..

Benefícios da dieta Low Carb 

A ABLC afirma que a dieta Low Carb é, sobretudo, uma “intervenção terapêutica extremamente eficaz no controle e reversão de doenças associadas à resistência à insulina”. Segundo a associação existem evidências de que esse tipo de dieta pode intervir principalmente na prevenção do diabetes tipo 2.

O que ocorre é que, quanto mais carboidratos ingerimos, maior é o índice glicêmico no sangue e consequentemente o de insulina. Quanto mais insulina em nosso corpo, mais resistente a ela o nosso organismo fica e de mais insulina vamos precisar. Assim, aumentando o risco de resistência à insulina há chances de evolução para diabetes tipo 2. Então, ao adotarmos a dieta Low Carb estamos intervindo para a prevenção e controle da doença do diabetes.

As fibras são excelentes fontes de carboidrato que, aliadas às proteínas e às gorduras naturais, prolongam o tempo que o alimento fica no organismo e ao chegar no intestino reduz a velocidade de absorção de glicose, evitando, assim, alterações de insulina, proporcionando saciedade.

Se consumido de forma adequada, os carboidratos podem ser aliados na perda de peso. Basta substituir por aqueles com índice glicêmico baixo ou moderado que auxiliam na queima do estoque de gordura no organismo.

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Referências

https://drbarakat.com.br/low-carb-entenda-o-que-e-este-conceito-e-seus-beneficios/

https://www.tuasaude.com/dieta-low-carb/

https://www.ablc.org.br/alimentacao-low-carb-apresentacao/

https://saude.abril.com.br/alimentacao/dieta-low-carb-vale-a-pena/

https://www.minhavida.com.br/alimentacao/tudo-sobre/17486-dieta-low-carb

https://globoesporte.globo.com/eu-atleta/nutricao/noticia/dieta-low-carb-como-funciona-e-o-que-comer-confira-dicas-e-um-cardapio-semanal.ghtml

Quais são os benefícios do chocolate amargo?

Quais são os benefícios do chocolate amargo?

Quem não ama chocolate? Pode ser chocolate amargo, meio amargo, ao leite, branco, enfim, é um alimento realmente irresistível! Conheça os benefícios do chocolate amargo neste post.

Além de ser uma delícia, o chocolate é rico em nutrientes e substâncias que fazem muito bem à nossa saúde. Mas, fique atento, somente o chocolate de verdade, aquele sem adição de ingredientes desnecessários e com alto teor de cacau, pode trazer muitos benefícios.

Ele é muitas vezes considerado o vilão das dietas, mas porque são geralmente  feitos  com excesso de açúcar, aromatizantes, conservantes  e outros aditivos  não benéficos à saúde. Se for consumido um chocolate de melhor qualidade, e moderadamente você poderá aliar prazer a qualidade de vida.

Quer saber mais sobre os benefícios do chocolate? Então, continue a ler esse artigo.

Benefícios do chocolate amargo

Há tempos a ciência descobriu que o chocolate exerce forte influência no nosso corpo e mente. Mas, para que tenhamos os efeitos positivos desse alimento, é importante que ele seja produzido com pelo menos 70% cacau e que o cacau seja chocolate de origem, artesanal, pois usa cacau superior e sem torras em altas temperaturas, mantendo as propriedades benéficas do cacau.

Assim, aqueles chocolates processados com excesso de açúcar e gorduras anulam os benefícios do cacau. O chocolate de boa qualidade é produzido somente com cacau, açúcar, manteiga de cacau, ele é cuidadosamente processado com receitas bem balanceadas a fim de evidenciar as características do cacau utilizado. 

Então, para aproveitarmos todas as propriedades de saúde dos chocolates, devemos optar por um produto mais puro possível e de melhor qualidade. Contudo, apenas o chocolate amargo ou chocolate meio amargo são indicados para esse propósito, eles têm maior quantidade de cacau e o menor teor de açúcar. Mas, isso não significa que podemos comer exageradamente, no máximo 30g diariamente são suficientes para a nossa saúde e humor.

Quais são os componentes benéficos do chocolate amargo?

 O chocolate amargo é uma excelente fonte de magnésio e potássio, por isso tem efeito cardioprotetor. Além disso, cobre, ferro, manganês, zinco e selênio também estão presentes, porém, em quantidades menores.

A manteiga de cacau, adicionada ao chocolate para dar consistência, apesar de gordurosa, é composta por gordura saudável como o ácido oleico, o ácido esteárico e o ácido palmítico. São gorduras que não afetam o colesterol ruim e auxiliam no aumento do HDL, o colesterol bom. Além de conter compostos fenólicos, antioxidantes e minerais.

As propriedades antioxidantes dos polifenóis ou compostos fenólicos têm papel fundamental na prevenção de várias doenças associadas ao estresse oxidativo.

Esses antioxidantes em nosso organismo evitam problemas no sistema cardiovascular; diminui a resistência à insulina, reduzindo o risco de diabetes; aumentam o fluxo sanguíneo e previne até mesmo o envelhecimento.

Os flavonóides, que são encontrados em alta concentração no cacau, tem ação antiinflamatória e antioxidante, por isso, a ingestão diária de chocolate amargo de qualidade, na quantidade certa, além de reduzir o risco de doenças cardiovasculares, proporciona melhora do fluxo sanguíneo, reduz a pressão arterial e melhora os níveis de colesterol ruim. 

Estudos indicam que os polifenóis e flavonóides encontrados no chocolate têm função protetora da mucosa intestinal, prevenindo a proliferação de células cancerígenas na região.

O chocolate é rico em substâncias estimulantes, os alcalóides: cafeína e teobromina. Essas substâncias estimulam o sistema nervoso, melhorando a concentração e aumentando a energia, dando mais disposição para a prática das atividades diárias. 

Importante: chocolates de origem usam cacau de ótima qualidade e com torras que preservam mais estes componentes. Sempre opte por este tipo. Chocolates industrializados costumam utilizar cacau em pó ou cacau com torras extremamente altas.

Pesquisas sobre o chocolate

Pesquisa aponta que o chocolate pode contribuir para a diminuição dos níveis de estresse e inflamações, pode melhorar o humor, a memória e a imunidade. 

O chocolate é rico em substâncias que liberam endorfinas, que melhoram o humor e a ansiedade e ainda combatem a depressão e o desânimo. Concentra outras substâncias, como triptofano, teobromina, feniletilamina, fenilalanina e tirosina, que reforçam a sensação de bem-estar.

Dietas que permitem chocolate

Sempre com cautela, o chocolate entra em algumas dietas. A dieta low carb indica o uso de chocolate amargo de qualidade, em pequenas quantidades, porém, sempre usando os melhores adoçantes low carb, como o xilitol ou eritritol.

Apesar de ter caloria relativamente alta, possui gorduras boas e que promovem a saciedade. Isso é visto como a chave para se ter uma dieta hipocalórica, gerando perda de peso de forma sustentável.

Outras dietas também costumam permitir incluir chocolate. Para isso, é importante sempre consultar uma nutricionista para fazer a prescrição e o acompanhamento.

E aí, viu como o chocolate amargo é um grande aliado a saúde? Receba nossos conteúdos primeiro que todos, assinando nossa newsletter, e acesse nosso site para comprar chocolate online.

 

Referências:

https://www.dw.com/pt-br/os-efeitos-do-chocolate-sobre-o-corpo-e-a-mente/a-19156835

http://revistaipc.com.br/nutricao-propriedades-do-chocolate-e-seus-beneficios-pag-20/

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/03/consumir-chocolate-diariamente-pode-fazer-bem-para-o-coracao.html

https://super.abril.com.br/saude/chocolate-12-boas-e-mas-noticias-para-sua-saude/

https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistahupe/article/viewFile/8864/6747

https://news.llu.edu/for-journalists/press-releases/new-studies-show-dark-chocolate-consumption-reduces-stress-and-inflammation-while-improving-memory-immunity-and-mood

Benefícios dos Damascos

Benefícios dos Damascos

Sempre consumi damascos para complementar minha ingestão de fibras – Fazia um mini mix de amêndoas, nozes, damascos e ameixas e levava para o trabalho para o lanche entre as refeições. Além do sabor azedinho, sempre gostei da textura macia da fruta que contrasta muito bem com a crocância das castanhas.  Vamos discutir nesse post os benefícios do damasco, fruta tão comum em nossas vidas.

Para minha felicidade, o damasco é um alimento funcional que oferece muito mais que fibras! É tão bom descobrir que um alimento que você agora faz bem!!!

(mais…)

Coma chocolate. Seu intestino agradece!

Coma chocolate. Seu intestino agradece!

Pertencentes ao grupo dos alimentos funcionais, os probióticos são fibras de difícil digestão que alimentam as bactérias boas do intestino, produzindo compostos anti-inflamatórios.

O que o chocolate tem a ver com isso?

Cientistas da Universidade da Louisiana (USA) descobriram que as fibras do cacau são de difícil digestão e chegam parcialmente inteiras ao intestino, onde são fermentadas por bactérias boas produzindo compostos antiinflamatórios. Estes compostos entram na corrente sanguínea e ajudam a proteger o coração e as artérias, além de reduzir a pressão sanguínea.

“Em nossos estudos descobrimos que a fibra é fermentada e os grandes polímeros polifenólicos são metabolizadas em moléculas menores, que são mais fáceis de absorver”, diz John Finley, PhD, co-autor da pesquisa. Estes polímeros menores apresentam atividades antiinflamatórias.

Além de converter o chocolate em compostos antiinflamatórios, a ação prebiótica das fibras do chocolate alimentam as bactérias probióticas, o que leva a sua multiplicação – o  que fortalece o sistema imunológico.

Quando você ingere prebióticos, a população de bactérias boas de seu intestino fica maior que a de bactérias ruins, melhorando a saúde em geral.

Os testes foram feitos in-vitro, utilizando três tipos de cacau em pó. O cacau em pó é extraído da prensagem dos nibs de cacau.

Para obter semelhantes efeitos, deve-se consumir chocolates de qualidade, puros e com alta concentração de cacau.

E aí, deu vontade?

Hmmm.... Com licença, vou ali cuidar da minha saúde comendo um chocolatinho!

Fontes:

http://www.medicalnewstoday.com/articles/274246.php

http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2586142/Why-dark-chocolate-really-IS-good-Stomach-microbes-turn-cocoa-natural-drug-reduces-blood-pressure.html

http://www.naturalnews.com/044569_chocolate_anti-inflammatory_nutrients_prebiotic_fiber.html

http://www.naturalnews.com/044496_chocolate_pill_disease_prevention_probiotics.html