Chocolates veganos

Chocolates veganos

Conheça os chocolates veganos  da Java

Nossos chocolates veganos buscam ser inclusivos, puros, éticos e saudáveis, com pela sustentabilidade. Fazem bem para você, melhoram a vida no campo e fazem bem para o planeta!

Nossa matéria-prima principal é o cacau, uma vez que optamos por chocolates com alto teor para ter mais saudabilidade. Nós trabalhamos sempre com produtores de cacau selecionados, cujas fazendas são visitadas e inspecionadas por nós. Criamos uma relação de respeito e confiança, em que prezamos a transparência no modo de produção e a origem do chcoolate.

A Java possui também alguns chocolates mais doces e mais cremosos, mas sem nenhuma necessidade de utilizar leite ou mel, por exemplo.

Até mesmo um aspecto que parece simples precisa ser avaliado: como é feito o transporte do cacau? É usada tração animal? Qual é o impacto disso? Nas fazendas parceiras, há duas formas de trabalho: uso de tratores pequenos ou de caminhões.

Chocolates veganos são sempre amargos?

Nossa recomendação é sempre de consumir chocolates com mais teor de cacau, mas sabemos que às vezes um chocolate docinho faz muita falta. Por isso, pensamos em opções doces e veganas. Neste link, você encontra opções de produtos que raramente iríamos imaginar serem veganos:

  • Coração de chocolate com caramelo: É possível ter caramelo sem leite ou manteiga, usando apenas ingredientes naturais.

  • Chocolate ao leite de coco: Possui cremosidade e um pouco mais de dulçor para quem ainda não se acostumou a um chocolate 70% cacau.

  • Chocolate recheado cremino: É uma opção com recheio de cappuccino, docinha e sem nada de leite em sua composição. Faz parte da linha Candy.

Quer saber mais sobre a dieta plant based? Confira neste outro post.

Dieta Plant based: o novo conceito de alimentação

Dieta Plant based: o novo conceito de alimentação

A cada dia que passa, novos conceitos e dietas surgem com o objetivo de te ajudar a ter um corpo e uma vida mais saudável. Um desses novos conceitos que têm estado em alta é a dieta plant based, que pode ser resumida em: menos produtos que vem em pacotes, mais produtos que vem da natureza.

Esse é um grande atrativo dessa linha de alimentação pois, além de ajudar na sua saúde, ao adotá-la você também agrega impactos positivos ao meio-ambiente.

Quer saber mais sobre esse conceito de alimentação tão comentado por aí? Continue com a gente que vamos te contar tudo o que você precisa saber!

O que é dieta plant based?

A tradução do termo é a seguinte: a base de plantas. Ou seja, esse novo conceito de alimentação sugere uma alimentação mais natural, que evita alimentos industrializados e processados, dando prioridade aos produtos que vem da natureza, de origem vegetal.

É uma alimentação rica em:

  • Oleaginosas;
  • Leguminosas;
  • Tubérculos;
  • Grãos integrais;
  • Frutas;
  • Hortaliças;
  • Gorduras saudáveis de origem vegetal.

Você vai evitar:

  • Alimentos de origem animal;
  • Açúcares;
  • Carboidratos brancos refinados;
  • Embutidos;
  • Fast-food.

Uma dúvida frequente é: “por que evitar alimentos de origem animal, se eles também podem ser saudáveis?”

Além de se preocupar com o valor nutricional dos alimentos, a dieta plant based também considera a origem dos mesmos. Ou seja, priorizar alimentos orgânicos, de pequenos produtores e cruelty free, que significa que não há crueldade na cadeia de produção do alimento.

Dieta plant based e vegana são a mesma coisa?

“Então ao seguir uma alimentação plant based eu estou me tornando vegano?”

Não necessariamente. Existem duas grandes diferenças entre esses tipos de alimentação:

Enquanto para os veganos é proibido consumir produtos de origem animal, não só na alimentação, mas também na hora de se vestir, se maquiar, etc., quem segue a alimentação plant based não tem esse tipo de obrigatoriedade. Aqui o ato de não consumir produtos de origem animal é uma recomendação, deixando à sua escolha.

 Outra diferença entre as duas dietas é o foco principal de cada uma. Como dito acima, o intuito da dieta vegana é parar completamente o consumo de produtos de origem animal. Já na dieta plant based, o objetivo gira em torno, principalmente, da qualidade dos alimentos escolhidos: alimentos que venham da natureza e não dentro de pacotes.

Quais os benefícios da alimentação plant based para a saúde?

Quando uma dieta é focada no consumo de alimentos naturais, é lógico pensar que trará benefícios em relação à sua saúde. 

Algumas dessas vantagens:

Além disso, por conta da diminuição radical de açúcares, alimentos processados e refinados, existem grandes chances de emagrecimento ao adotar essa dieta. 

Mas lembre-se de que, não importa qual seja seu objetivo estético (emagrecer ou manter o peso), para se manter saudável é necessário uma alimentação equilibrada e sem excessos, independentemente do tipo de alimentação que escolher.

 

Quais os benefícios da alimentação plant based para o meio-ambiente?

Adotar uma alimentação majoritariamente plant based pode ter diversos impactos positivos para o meio ambiente. Segundo o documentário Cowspiracy: The Sustainability Secret, ao aderir essa dieta, você colabora com a diminuição da emissão de gases de efeito estufa, além de diminuir consideravelmente o gasto de água e terra que seriam utilizados com a pecuária. 

Além disso, você também colabora com a diminuição do desmatamento.

“Como esses assuntos podem estar relacionados?” 

Bom, para conseguir espaço para o gado e para a produção da sua ração, grandes áreas precisam ser desmatadas. No documentário é possível ver como a quantidade de recursos incluindo espaço utilizados por pessoa vai diminuindo proporcionalmente ao consumo de carne.

E o mais legal de tudo: não é apenas excluindo esse tipo de alimento 100% da sua vida que você ajuda o meio-ambiente. Segundo o movimento Segunda sem carne, que visa eliminar alimentos de origem animal neste dia da semana, em 2017 foram economizados 57 bilhões de litros de água, 500 milhões de m² de terra, entre outros benefícios. E isso apenas no Brasil.

Como aplicar a alimentação plant based no dia a dia?

Pode parecer que não, mas é bem simples trazer esse estilo de alimentação para a sua rotina.

Pense em, aos poucos, ir substituindo os alimentos que você costuma comprar pelos da dieta plant based, por exemplo: trocar o arroz branco por arroz integral, as proteínas de origem animal por proteínas de origem vegetal cogumelos, tofu, grão-de-bico e ervilha são algumas opções — o lanche da tarde por frutas e oleaginosas e assim por diante.

Outra dica é prestar atenção às tabelas nutricionais dos produtos que for comprar. Tem poucos ingredientes e estes são de origem vegetal? Então é uma boa opção para a sua dieta. 

Por exemplo, o chocolate vegano da Java Chocolates é pouco processado, plant based e com uma lista de ingredientes bem enxuta.  Você pode consumir tranquilamente como parte de sua dieta diária sem prejuízos a saúde. 

Viu como não é tão difícil trazer a alimentação plant based para o seu dia a dia? 

Mas lembre-se de procurar um nutricionista para te auxiliar na transição, assim terá certeza de que não faltará nenhum nutriente no seu prato,

Como dissemos lá no começo, a alimentação plant based sugere mudanças nos seu hábitos alimentares e nada está escrito em pedra. Então sinta-se à vontade para adaptá-la da forma que mais fizer sentido com a sua vida. Afinal, a melhor dieta é aquela que conseguimos seguir sem sacrifício, não é mesmo?

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Referências:

https://www.uol.com.br/vivabem/alimentacao/dieta/dieta-plant-based.htm

https://espacoy.com.br/beneficios-da-segunda-sem-carne/#:~:text=promover%20a%20campanha.-,Benef%C3%ADcios%20da%20%E2%80%9CSegunda%20sem%20Carne%E2%80%9D.,carne%20uma%20vez%20por%20semana.&text=Reduzir%20o%20consumo%20de%20carne,artigo%20%E2%80%9C%C3%81gua%20e%20ecoefici%C3%AAncia%E2%80%9D.

Xilitol, eritritol e o chocolate low carb da Java Chocolates

Xilitol, eritritol e o chocolate low carb da Java Chocolates

Por mais impossível que isso possa parecer, existem chocolates low carb! Tem dúvidas sobre cetose e alimentos low carb? Neste artigo vamos te explicar como isso é possível. 

“Será que eu como esse chocolate? Não quero furar a minha dieta low carb… Mas eu quero TANTO um docinho”.

Quem nunca passou por esse dilema? Você começou a dieta low carb ou dieta cetogência, mas aqueles resultados tão aguardados estão começando a aparecer. Contudo, vez ou outra surge a vontade de saborear esse doce tão adorado por todos. E se dissermos que você pode sim, comer um chocolate sem sair da dieta? 

Chocolate low carb

Os chocolates “normais”não fazem parte dos alimentos permitidos na dieta low carb (baixa em carboidratos) por terem muito açúcar, gorduras e um índice glicêmico bem alto. Para quem não se recorda, os carboidratos se transformam em açúcar dentro do nosso organismo, portanto qualquer alimento que possua muito carboidrato fica de fora das dietas low carb.

“Mas você não disse que eu ia poder comer chocolate sem furar a dieta?!”

Sim! Podemos considerar como chocolates low carb todos que tem em sua composição pelo menos 70% de cacau. Segundo o Dr. Barakat, o cacau é uma substância rica em antioxidantes que além de auxiliarem as atividades cerebrais, podem ser muito úteis para controlar o humor. O cacau é responsável pelos benefícios do chocolate. Gostaríamos de poder dizer que só há vantagens no alimento low carb, porém, o cacau tem o sabor amargo, portanto quanto maior a sua concentração no alimento, menos doce é o seu sabor.

“Sério que você está indicando chocolate meio-amargo ou amargo?’

Não desanime! Continue com a gente que vamos te contar como um chocolate pode ser low carb e agradável ao paladar.

Xilitol

O xilitol é uma ótima opção na hora de substituir o açúcar comum. Ele é um açúcar de álcool, natural e é encontrado nas fibras de diversos vegetais, frutas, algas marinhas e alguns tipos de cogumelo.

Esse adoçante natural possui uma capacidade de adoçar muito semelhante a do açúcar, porém com o índice glicêmico mais baixo e bem menos calórico, fatos que o tornam um ótimo aliado de dietas, inclusive na dieta low carb e dieta cetogênica.

Eritritol

Assim como o xilitol, o eritritol é uma ótima opção para adoçar sem sair da dieta. Também é proveniente de alguns vegetais e frutas.

O eritritol é ainda menos calórico que o xilitol. Segundo o Brasil Nutrição, enquanto o açúcar comum tem 4 calorias por grama, o xilitol tem 2,4 cal e o eritritol possui um total de 0,24 cal por grama. Além de tudo isso, este ainda garante 70% da doçura. A vantagem do eritritol em relação ao xilitol é que o eritritol não causa desconforto intestinal em pessoas mais sensíveis. O eritritol é o único adoçante poliol que não tem efeito laxativo.

“Ok” — você deve estar pensando — “mas o que tudo isso tem a ver com o chocolate low carb que vocês me prometeram?”

Chocolates low carb da Java Chocolates

​Essas, basicamente, são as fórmulas dos chocolates low carb da Java Chocolates

Nossa tabela nutricional limpa (com poucos ingredientes) produz chocolates gostosos e saudáveis, com opções para todos os tipos de paladares. Os com sabor mais doce são adoçados com xilitol ou eritritol e para os que preferem um sabor amargo, temos o chocolate 100% cacau. Isso mesmo, apenas 1 ingrediente!

Viu como é possível comer um chocolate gostoso sem furar a dieta?

Agora você tem diversas opções de chocolates para acompanhar um cafezinho, para comer de sobremesa, para presentear alguém, fazer um doce, entre tantas outras coisas que não pareciam ser possíveis dentro de uma dieta low carb. Mas lembre-se que, como tudo na vida, é bom consumi-lo com moderação. 

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Referências:

https://drbarakat.com.br/chocolate/

https://tuasaude.com/adocantes-naturais-para-substituir-o-acucar/

https://www.minhavida.com.br/alimentacao/tudo-sobre/18196-carboidratos

https://www.tuasaude.com/adocantes-naturais-para-substituir-o-acucar/

https://www.sophiederam.com/br/o-que-comer/o-que-e-xilitol-e-pra-que-serve/

Compre do pequeno produtor para a sustentabilidade

Compre do pequeno produtor para a sustentabilidade

Compre do pequeno produtor e crie uma cadeia curta e sustentável. Desta forma, incentivamos o desenvolvimento do produto de qualidade,  da economia do lugar de origem e, ainda, temos a possibilidade de conhecer melhor o produtor e a sua cadeia de produção. Que tal incentivar o pequeno produtor e o comércio local?

Por que isso faz diferença?

Conhecer a cadeia de produção do que consumimos nos dá pistas de como os ingredientes foram selecionados, se seus valores nutricionais foram preservados e se foram adquiridos de maneira ética, sem exploração humana ou animal, por exemplo. Assim acontece com o chocolate do grão à barra. 

O cacau é uma commodity, portanto os produtores ficam sujeitos aos preços praticados em bolsa, sem garantias de preço que sua safra valerá à época da colheita. Para fugir desta incerteza, cacauicultores estão investindo em especialização e melhoramento do seu fruto e manejo. Todo este esforço melhora o sabor do cacau e consequentemente do chocolate, descolando o preço da cotação de bolsa.

 O fabricante de chocolate bean to bar (do grão à barra) trabalha com este cacau selecionado e paga mais por ele.  Geralmente, compra as amêndoas diretamente do produtor,  tem cuidado com a torra para manter os aromas e a boa acidez da matéria-prima, para não precisar adicionar corantes, aromatizantes e nada mais. E a consequência, são chocolates puros, que assim como o vinho, têm safra e terroir, ou seja, características únicas geradas por fatores como solo, clima e manejo.

Bean to bar – Do grão à barra 

A origem do cacau influencia de todas as formas no chocolate.

A origem do cacau indica a sua localização geográfica, qual estado, qual região ou qual fazenda e estas informações podem indicar algumas características sensoriais esperadas no chocolate, dependendo da qualidade do manejo da fazenda até a fabricação da barra. Apesar da origem não garantir a qualidade, gera expectativa.

Um exemplo disso, são os chocolates da Java que têm duas origens: o cacau da Amazônia, do estado do Pará, que entrega uma suavidade e equilíbrio ,e o cacau Mineiro. O cacau de origem amazônica tem notas gustativas florais e adocicadas, notas mais marcantes de castanha e de jasmim, muito baixa acidez e adstringência. Enquanto o cacau mineiro traz uma acidez equilibrada e notas de caramelo ao chocolate.

Quando se conhece a origem do cacau é possível saber a procedência e rastreabilidade. A origem indica quem faz.

Impacto social e trabalho escravo na lavoura cacaueira

Existe diferença entre um fabricante do chocolate que apenas paga para receber o cacau em casa, limpo e embalado e o fabricante que visita o pequeno produtos, ajuda a viabilizar frete e a entrega, sabe indicar melhorias para o cacau, sabe se a fazenda tem burro de carga, trator ou caminhão para transporte, enfim, sabe se o produtor é fazendeiro de terceira geração, exporta e já tem conhecimento há anos, experiência ou é novo nesse segmento, estuda e trabalha pesado para que o cacau fino seja o meio para melhorar a qualidade de vida. 

A Java Chocolates valoriza todos os esforços, visita as fazendas, vai a feiras e conversa com quem produz.

Alguns de pequenos produtores que descobrimos

Foi assim com o produtor do Pará, a família Brogni, Sítio Ascurra, quando estavam começando a trabalhar com cacau fino. Eles vendiam o cacau a preços baixíssimos, pois ninguém nunca havia se interessado comprar o cacau fino produzidos por eles. Quando negociamos o cacau fino, a preço justo, a safra não nos decepcionou, o produto pronto rendeu somente elogios ao produtor. E mais tarde, eles ganharam o prêmio de melhor amêndoa de cacau no Festival Internacional do Chocolate em Belém e, ainda, foram a Paris representar o Brasil. E somente a Java comprava o cacau fino deles. 

Outra grande descoberta, valorizada pela Java Chocolates foi o cacau mineiro. Após muita procura e pesquisa, encontramos em Minas Gerais um cacau de qualidade. Mas, assim como acontecia com o produtor do cacau amazônico, a fazenda não conseguia negociar com algum comprador que os remunerasse pela qualidade do fruto produzidos por eles. 

A Java Chocolates valoriza e ajuda o pequeno produtor que está aprimorando, estudando e se esforçando para produzir cacau fino e melhorar a vida no campo.

Conhecer a origem do cacau também indica a relação da fábrica de chocolate com a fazenda. Ou seja, ou o produtor do cacau também fabrica o chocolate, ainda que a fábrica seja em cidade diferente da plantação, no caso do tree to bar, ou o produtor de chocolate faz o processamento do cacau até a barra, o bean to bar.

Java Chocolates e o comércio justo

São poucas as empresas que valorizam o cacau e têm os cuidados necessários com o fruto.

Na Java Chocolates aliamos todo o conhecimento, cuidado, respeito para produzir e transformar a matéria prima em chocolate. E, principalmente, com segurança e responsabilidade. Temos rígido controle de alergênicos e seguimos à risca os manuais de boas práticas de fabricação.  Embalamos de forma hermética para entregar com a melhor qualidade. 

Mas, algumas empresas têm outro foco, não importam como o cacau é plantado, colhido e processado, utilizam o cacau bulk, que tem status de commodity.  

Como falamos no início do texto, quando não há essa preocupação, o cacau é comprado pelo preço mínimo, sem análise de sabor e sem nenhum cuidado pós colheita. E, assim, o cacau de diversas origens, têm baixo nível de pureza, sobretorra e aromatizante de baunilha para disfarçar e padronizar.

Você já parou pra pensar por que há chocolate barato, de onde vem o cacau deles e quais as condições de trabalho na lavoura? Como o cacau commodity é um produto sem valor agregado, o agricultor fica à mercê das variações do clima e do mercado de bolsa, muitas vezes, acaba vendendo cacau por menos do que foi gasto para produzi-lo. 

Ao comprarmos o cacau fino, ajudamos esses cacauicultores a valorizar o seu trabalho, sem depender do preço de bolsa e conseguir um preço decente para o árduo trabalho que tiveram.

Criando valor no campo, as famílias podem continuar unidas em suas propriedades, vivendo dignamente, e contribuindo com o meio ambiente. 

Isso é chamado de Fair Trade ou Comércio Justo. É considerada uma parceria comercial, baseada em diálogo, transparência e respeito, que visa a equidade, que auxilia no desenvolvimento sustentável, através de condições mais dignas de troca e garantia dos direitos para produtores.

Cadeia curta e sustentável

Essa parceria sustentável estabelece contato direto entre o produtor e o comprador, sem intermédios e menos burocracias comerciais. Apenas uma relação comercial mais justa, com alguns princípios bem estabelecidos:

  • Transparência e prestação de contas;
  • Capacitação e apoio aos produtores;
  • Comércio e pagamentos justos;
  • Dar oportunidades aos produtores, em especial os em desvantagens econômicas;
  • Obediência à legislação e às normas;
  • Propiciar ambiente de trabalho seguro e em boas condições, além de garantir que não haja trabalho infantil;
  • Respeitar o meio ambiente.

Fazemos chocolate do cacau a barra, usamos ingredientes naturais de alta qualidade e com rastreabilidade. Tão importante quanto ser gostoso, é ser seguro. Por isso, fazemos o rastreamento dos ingredientes para garantirmos a segurança do alimento.

Nossas escolhas

Nós escolhemos um bom cacau, de um cacauicultor caprichoso que nos entrega as melhores e mais saudáveis amêndoas. Daí, desenvolvemos um perfil de torra especial para cada lote revele os sabores e aromas do cacau. Nossa torra é baixa, controlada e, por isso, não desenvolve o sabor amargo que vemos por aí, queremos justamente mostrar o sabor e aroma do cacau. 

Compramos a maior parte de nosso cacau de cooperativas de agricultura familiar na Amazônia Paraense. Conhecemos todas as propriedades e os agricultores, trocamos experiências e ajudamos uns aos outros para melhorar nossos produtos. Em 2019, depois de 4 anos de procura, encontramos cacau de boa qualidade em Minas Gerais, na região do Rio Doce. Por ser uma produção muito pequena, este cacau é usado apenas em nosso chocolate Mineirinho, 

Nós averiguamos os processos, acompanhamos de perto, além do manejo da terra e tratamento dos frutos, que influenciam diretamente no chocolate, nos certificamos de que não há trabalho escravo, nem exploração animal no cultivo. Mais do que dinheiro, troca de conhecimento, salientamos o comércio justo, o que inclui melhorar a qualidade de vida do homem do campo. 

Comprando o cacau em cooperativas específicas, valorizamos o trabalho das famílias e as incentivamos a continuar estudando, investindo em conhecimento em sua área de atuação, aprimorando. E, ainda, compartilhamos todo nosso conhecimento em chocolate e tecnologia de alimentos, favorecendo um intercâmbio de informações valiosas. 

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https://www.javachocolates.com.br/

https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/o-que-e-fair-trade-comercio-justo,82d8d1eb00ad2410VgnVCM100000b272010aRCRD

O que significa chocolate 70% cacau?

O que significa chocolate 70% cacau?

Já reparou que os chocolates mais caros vem escrito 70% cacau na embalagem?  O que isso significa? Isso quer dizer esse chocolate é bom?

Se você já se perguntou o que significa, saiba que quando está escrito chocolate 70% cacau em uma embalagem, quer dizer que aquele produto tem setenta por cento de cacau em sua composição, e trinta por cento de outros ingredientes.

Mas nem sempre isso é indicativo de qualidade. Continue lendo para entender.

(mais…)

Chocolates antigos tinham mais qualidade?

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Quem nunca ouviu falar que os chocolates antigos tinham mais qualidade? O que mudou nos últimos 40 anos?

Vamos analisar se os pontos abaixo mudaram para chegarmos a uma conclusão sobre a evolução da qualidade dos chocolates antigos para a atualidade.

Qualidade do cacau

A melhoria de qualidade do cacau no Brasil só ocorreu recentemente – como cita o artigo, esse processo só iniciou-se no século XXI. Antes da crise de vassoura de bruxa, na década de 1980, o cacau tinha dois tipos: (1) cacau goodfair – qualidade inferior, com presença de mofo e  (2) cacau goodquality superior – devidamente fermentado e seco, com ausência de mofo. Entretanto, é uma classificação simples, que não visava maximizar o sabor e a qualidade do cacau.

O Brasil só foi reconhecido como produtor de cacau fino no ano passado, como pode ser visto aqui.  Em 2010, pela primeira vez as amostras de amêndoas de cacau do Brasil se tornaram finalistas no Salão do Chocolate em Paris, após ter ganho o prêmio Cocoa of Excellence na América do Sul. Esse foi um fato importante para evidenciar a qualidade de nosso cacau e incentivar novos produtores a beneficiar melhor o cacau.

Prova de cacau fino

Prova de cacau fino

Cacau Commodity

Cacau Commodity – sem tratamento e sem limpeza, entregue na Europa – Créditos @thechocolatejournalist

Tecnologia de máquinas

Tivemos um aumento impressionante na tecnologia com a computadorização de maquinários a partir da década de 1980. Apenas como exemplo, processos importantes como a torra do cacau foram bastante melhorados, com análises mais precisas e minuciosas. É possível ter perfis de torra específicos e computadorizados, permitindo o desenvolvimento sensorial ótimo das amêndoas de cacau.

Produtos

Em 1978, foi estabelecido por lei que 32% seria o percentual de cacau mínimo para que um produto pudesse ser denominado chocolate. Esse valor foi alterado em 2005, caindo para 25%. Hoje está em andamento um projeto para aumentar esse percentual para 35%.

O mercado de chocolates de alto teor de cacau tem crescido em uma tendência global. Essa tendência aumentou com empresas artesanais e pelo movimento bean to bar nos Estados Unidos, culminando em empresas como Nestlé e Hersheys lançando chocolates acima de 60% de cacau.

Conclusão sobre a evolução dos chocolates antigos até hoje

Analisando os pontos, vemos uma tendência pela criação de produtos melhores e com qualidade que nunca existiram anteriormente. Entretanto, são itens que dificilmente chegarão ao público comum, que ainda consome um chocolate com baixo percentual de cacau.